4 meses

4 meses de Agnes.
Pausa para que eu me recupere desta informação. Sim, porque 4 meses me soa como: o tempo tá passando bem rápido, ó céus! Despausa.
Mas a verdade verdadeira é que eu estou curtindo cada momento. Ao mesmo tempo que penso que o tempo tem voado, me sinto muito agradecida por acompanhar o desenvolvimento e a fofura da minha pequena dia após dia. Tenho curtido muito. E como tem crescido… Já perdeu roupa, já comprei mais – e já perdeu 1 bodie e 1 macacão da nova leva de roupa, haha. Está num nível de fofura que olha.. difícil não apertar toda hora, viu, rs. Dobrinhas nos braços, nas pernas, covinhas no cotovelo, bochechas macias. E eu, como podem ver, corujando num nível igualmente alto e intenso, hehe. ❤

Na real? Estou completamente apaixonada pela minha filha. Como costumo dizer: é uma coisa de doido esse tal de amor materno. Cresce, cresce, cresce, parece não caber, transborda, e continua crescendo a olhos vistos! E eu estou amando ser mãe, de verdade. Me sinto literalmente realizando um sonho, porque sempre quis viver essa fase.

Eu já vi várias mães falando “essa é a melhor fase”, e outras variações dessa frase, e agora entendo. O bebê vai crescendo, interagindo mais com todo mundo, aprendendo coisas novas a todo instante… é fácil mesmo se encantar e declarar isso. Eu até agora gostei de tudo, até da loucura do pós parto imediato (depois que passou eu gostei mais, claro, mas né, detalhes…), então não a uso com frequência. Agora, a frase que tem me caído como uma luva mesmo é “parece que ela sempre esteve aqui”. Eu suspeitava, entendia que devia ser um baita sentimento, por isso falavam assim, só não sabia como podia ser verdadeiro. E não no sentido “não lembro de mim antes, de como era a vida” porque até que lembro, sim. O ponto chave é que é um sentimento tão concreto, tão certo, tão real. Eu olho pra ela e sinto que em algum nível já a conheço tão bem. Parece mesmo que é de muito além. E não, não dá pra explicar, só vivendo é que a gente entende (ou tenta entender).

Estou filosofando muito esse mês, né? Será que ~piora~ com o tempo? Haha. Mas quis registrar e dividir esses sentimentos, sensações, pensamentos por aqui. Quero me lembrar dessa fase no futuro e ah… se não, de que vale ter um blog, né? Gosto de escrever (como vocês já sabem) para organizar a caixola, nomear as bagunças e essas coisas todas.

Mas vamos ao resumo do mês:
– Ela grita, minha gente! Aprendeu mesmo que tem voz e a usa para gritar. O que me faz chamá-la de Adelaide – a gralha do Castelo Rá-Tim-Bum;
– Além disso, conversa e balbucia várias sílabas. Se eu dou trela e converso, aí é que ela gosta mesmo;
– Também faz bolhas e faz aquele barulho com a boca, tipo caminhão/moto ou o que o valha. Baba pra todo lado, haha;
– É risonha. E aprendeu a abrir a boca bem grande quando tá feliz, só que não sai som de gargalhada ainda, é bem engraçado. Ela só gargalhou mesmo umas duas mini vezes, ainda não é parte do repertório. Mas ri com gritinhos, o que é tão fofo quanto;
– Mas não é pra todo mundo que ela ri. Sim, temos um menina séria por aqui, principalmente quando está em um ambiente que ela não frequenta muito e/ou com quem ela não convive. Ela já não chora imediatamente quando vai no colo de alguém, o que já é um avanço, haha, mas fica séria boa parte do tempo, ainda mais no começo. O que me lembra de comentar que…
– Ela observa tudo ao seu redor. Minha mãe diz que isso pode ser indício que ela vai estranhar ambientes, vamos ver. Aliás, quando passamos um bom tempo na rua e chegamos em casa, ela fica olhando em volta e depois vai relaxando, sorri, bate as pernas… Ou seja, gosta de chegar em casa, rs (e já a reconhece);
– E agora tem olhado pra gente também, dá umas encaradas, do tipo “ah, é você que tá me segurando”, haha. Às vezes a gente tá com ela no colo e fala alguma coisa, aí ela levanta a cabecinha e olha bem pro nosso rosto, como se tivesse na conversa também, muito fofo!
– Come a mão. A mão, os dedos e se pudesse até o braço. Aprendeu um jeitinho de chupar o dedão, que fica segurando o nariz também, muito bonitinho. Mas pode ser 2 dedos juntos, 3, 4… Não é o tempo inteiro tudo isso, mas acontece, sim;
– Além de ficar pegando nas próprias mãos, que eu já comentei mês passado, agora pega objetos também. Antes ela ficava só olhando, ou segurava se colocássemos na mãozinha dela, mas há poucos dias já tem esticado o bracinho para tentar alcançar algo. Às vezes ainda meio descoordenada, claro, mas pega.
Aí nessa última semana ela deu uma parada nas coisas. Não “falava” mais tanto, não fazia as bolhinhas, ficou mais quieta. Durou quase 1 semana, não contei direito, mas fiquei observando. E o que aconteceu em seguida?
– Pegou os pézinhoooossss!!!! \o/ \o/ \o/ (foi segunda-feira agora, há poucos dias de completar 4 meses). Que coisa mais linda da vida, minha gente! Eu quase chorei de emoção, acho fofo demais (imagina quando ela andar, né? kkkkkk). Bonito demais acompanhar tudo isso, adoro!

E ufa! Acho que é isso.
Com certeza devo estar esquecendo várias coisas (todo mês é assim), mas o principal tá aí 😉

 

 

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1 comentário

Arquivado em Agnes, amor, desenvolvimento

Uma resposta para “4 meses

  1. Faltou foto da pequena :-)).
    Passa voando!! Qua do se der conta estará correndo por todos os lados. Parabéns!

    Curtir

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