Arquivo do mês: março 2015

8 meses da menina serelepe

Gente, 8 meses! Dá pra acreditar?
Minha nenenzinha, pituquinha, pinguinho de gente completou, nesse domingo (15), 8 meses. Que coisa mais delícia da vida!! E ela pula, grita, conversa, engatinha, faz chamego. Que fase mais gostosa!!

Sim, acho que o tempo tem passado rápido, nem me fale. Mas também tenho curtido muito. Não é exatamente “onde eu estava que não vi o tempo passar?”. Porque eu sei. Estava exatamente aqui, com ela, curtindo as dores e as delícias de ver uma pessoinha se desenvolvendo tão lindamente.

Isso explica os meus escassos posts por aqui, inclusive. Tenho ligado muito pouco o computador. Do celular eu vejo o face (pouco), instagram, e-mail e whatsapp (que mais leio do que respondo, rs). Simplesmente não dá tempo de parar pra responder muita coisa ou fixar a cabeça pra escrever, sabe? Ok, pode ser um tanto de lerdeza também, mas né?! os neurônios se vão na gestação e parece que não voltam tão cedo. Sem contar que agora a pessoinha em questão é muito da curiosa, com umas mãozinhas inquietas e muito rápidas. Se eu estou no computador ela pre-ci-sa saber o que eu estou fazendo (leia-se: vir até mim e bater com muita força no teclado). Muito inviável, rs. Então eu mexo quando ela dorme ou quando está com o pai ou com os avós. Isso nos dias (momentos) mais tranquilos, porque nesses mini intervalos eu ajeito a casa e tudo mais – aquele serviço que nunca acaba, vocês sabem.

Por falar em vir até mim, agora ela engatinha por toooda parte. Coloco ela sentada com os brinquedos em volta lá na sala e vou pra cozinha (que aqui é do tipo americana). Quando vejo, ela já está chegando em mim, pronta pra me ajudar na arrumação – só que ao contrário. Ela tem ficado rápida nisso. No começo ela se arrastava, agora já vai direitinho, do jeito “clássico” mesmo. Daí para, senta, balança os bracinhos, olha qual vai ser o próximo alvo e vai de novo nesse looping. O alvo em questão pode ser um brinquedo, uma tampa de panela, um pote, os dvd’s no rack, enfim. Infinitas possibilidades. Até as proibidas e, claro, mais atraentes, que vão diretamente pra boca, se a gente bobear: papel, sapato, cabo do computador ligado na tomada, tomadas propriamente ditas(!). E, acreditem se quiserem: o tapete de eva. Comprei um tapete pra ela, para “amortecer” possíveis quedas, quando ela ainda estava meio bamba. As peças se encaixam e tem uma “moldurinha” em volta. Pois não é que ela arranca a bendita e põe na boca? E com os dois dentes que já cresceram ela consegue arrancar pedaço. Não que isso tenha acontecido, claro. Nem que quando o Cleber viu arrancou um pedaço laranja da boca dela. Não. Muito menos que saiu um pedacinho na fralda no dia seguinte. Nunca! Jamais eu deixaria isso acontecer com a minha própria filha. Né?

Achei que vinha mais dente por aí (até postei algo lá no face), mas até agora nada. Ela ficou febril, babando muito, irritada, com o intestino mais solto, mas nenhum dente dignou-se em aparecer. Então tá, né. Esperemos por eles, quando resolverem. O que veio na sequência foi uma gripe chatinha, que pegou nós três aqui em casa, mas nada grave. Ah! Agora ela já tenta ficar em pé, apoiando no sofá ou na gente mesmo. Fica toda feliz quando levanta, só que ainda não tem muita força pra se manter em pé. Mas me diz: pra quê essa pressa, minha gente? Quero ela bebê por muito tempo ainda, haha. E descobriu que é muito legal brincar com as panelas, oh god! E ó, nem tô reclamando, porque enquanto é novidade, ela fica lá entretida por uns, sei lá ,10 minutos analisando a frigideira. Nesse meio tempo consigo fazer ~mil coisas~ :p

E assim a vida segue. Tem dias que tudo sai até que direitinho, dada a circunstância do meu dom de nunca fazer o programado. Tem dias que caos parece ser a palavra que chega mais perto do que é a minha casa. Tenho certeza que esqueci de falar algumas coisas sobre ela, mas tudo bem. Se lembrar, eu volto.

6 Comentários

Arquivado em Agnes, desenvolvimento

nem sempre é assim, mas quando é a gente agradece

Levantei no horário de sempre, com a pequena me olhando e sorrindo – uma das coisas mais gostosas dos meus dias desde que ela chegou: seu sorriso quando acorda. Fui ao banheiro e a deixei com o pai, que estava semi-acordado – e chegamos a conclusão que não dá mais pra fazer isso, porque ela tem ficado cada dia mais rápida e tá quase conseguindo fugir pela “barricada” que eu faço pra ela não cair da cama, rs. Troquei sua fralda. Coloquei a roupa dela na máquina de lavar. Fiz o café, coloquei a mesa. Coloquei legumes pra cozinhar, já pensando no almoço. Ela comeu pêra, nós tomamos café. Marido foi trabalhar, aproveitou pra descer o lixo. Ela ficou brincando próximo a mim, enquanto eu lavava a louça. Daí quis mamar. Parei o que estava fazendo, nos sentamos no sofá e ela mamou bastante, depois dormiu. Coloquei-a na cama, ficou. Estendi a roupa no varal. Coloquei arroz no fogo, temperei e preparei a carne, fiz a salada. Arrumei a sala. A soneca durou mais de 1 hora. Acordou, ficou no colo um pouco. Cleber chegou pra almoçar. Preparei o prato dela – não comeu quase nada, de novo, mas a gente persiste, né?! Uma hora ela vai comer. Almoçamos juntos, conversamos, ele fez suco. Hora de trocar a fralda de novo. Opa! Marido foi-se embora de novo. Lavei a louça do almoço, limpei a comida que a Agnes jogou debaixo da mesa. Enquanto isso, ela achou uma garrafa com um pouco de água dentro e ficou brincando com ela. Casa arrumada, bebê limpa, barrigas cheias. Sentei no chão e brinquei com ela. Céus, ela já tá querendo ficar em pé, como pode? Achou os dvd’s do Pink Floyd do pai ali no rack e quer brincar com todos. Liguei o computador pra procurar uma receita de algum desses bolinhos-com-tudo-dentro pra ver se ela aceita melhor. Enquanto me distraí um segundo, ela se desequilibrou, caiu e chorou um monte. Todo bebê nessa fase cai bastante ou é só a minha? Peguei, ninei. Nossa, ela fica muito brava quando cai. Mamou. Dormiu.
Aí vim escrever. Precisava registrar esse avanço. Está tudo atipicamente tranquilo hoje. O dia está fluindo tão bem, como há muito não acontecia. Há uns dias atrás estava um caos essa casa. Bagunça, eu não conseguia cozinhar nem fazer nada, mesmo tentando fazer tudo, me frustrava, ela se irritava. Nós duas chorávamos. Parecia que estava tudo fora de ordem. E estava mesmo. Não quero nem questionar o que aconteceu para tal mudança. Se foram os astros, o tempo, eu mesma, ou sei lá mais o quê. Tô é curtindo esse dia, que é comum, mas nem tanto. Vou é tratar de aproveitar cada minutinho, que a gente nunca sabe até quando vai durar, né. Isso porque eu estou mega hiper gripada, só essa parte eu gostaria de mudar. E enquanto eu escrevia ela acordou tranquila (mini soneca dessa vez, rs) e minha mãe ligou e disse que está fazendo um bolo pra trazer aqui daqui a pouco. Que delícia de dia. Que bom se todo dia fosse sempre assim . . .

2 Comentários

Arquivado em acontece comigo, dia a dia