O dia dele

Eu já contei essa história muitas vezes, mas e daí, eu gosto e vou continuar contando.

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O pretexto que me fez abraçar o Cleber dentro de um museu, em plena terça-feira, foi o seu aniversário. Estávamos conversando, olhando pela janela, quando ele contou que há poucos dias tinha sido seu aniversário. Era dia 9 de setembro, o aniversário havia sido dia 3. Mesmo com uma semana de distância, achei que ainda cabia uma felicitação e simplesmente o abracei. Quem eu quero enganar, não é mesmo? Todo mundo já sacou que eu só precisava de uma desculpa qualquer, que até se ele falasse que não gosta de doces eu o abraçaria. A verdade é que ele não gosta de doces mesmo, mas só descobri isso com algum atraso, felizmente. Afinal, como confiar em alguém assim? Eu confiei, amigos. A boa notícia é que de vez em quando ele come, e até faz uma sobremesa delicia com morango, o que prova que nem tudo está perdido.

Depois daquele dia muita coisa aconteceu. Aos poucos eu fui descobrindo seus gostos, jeitos e defeitos. Descobri, por exemplo, que ele sempre topa minhas ideias loucas. Só isso explica o motivo de ter aceito ir comigo até Aracaju de ônibus. 36 horas de viagem. Tínhamos 3 meses de namoro. E ali eu percebi realmente que ele era um homem muito legal, que eu até me casaria com ele. O que aconteceu uns anos depois, também em setembro, dia 10. Esse ano faz 4 anos. E sim, setembro é mesmo um mês especial pra nós.

Mas olha eu desvirtuando o assunto principal.
Hoje é o aniversário do pai da minha filha e eu adoro escrever sobre ele.
A gente tem uns arranca-rabos de vez em quando, eu pego no pé dele por vários motivos, tem vezes que ele me dá altas broncas, só que a nossa parceria e cumplicidade é o que eu mais gosto e mais valorizo na nossa relação. A gente fica conversando antes de dormir, a gente planeja vários dias e muda tudo em cima da hora, a gente banca nossas escolhas e revê tudo quando necessário.

Ele é determinado, tanto para correr atrás do que quer, quanto para terminar as séries que começa a ver. Tem um auto controle dos bons. Cozinha muito melhor do que eu (deletem o fato de que eu realmente não sou boa na cozinha, ok? O foco aqui não sou eu, não sou eu!). Aliás, quanto a isso, obrigada sogrinha! Que foi quem o ensinou a “se virar” na cozinha desde os 11 anos. Sem contar que com 15 ele ganhou uma irmãzinha, então tem toda uma segurança e desenvoltura para lidar com recém nascidos. É bem cabeça dura também e, às vezes, o chamo de meu malvado favorito, mas tem um coração lindo, que tem crescido e se fortalecido cada dia mais. E como não amar uma pessoa que me faz os melhores sanduíches às onze da noite?

Meu bem,
eu desejo as melhores coisas do mundo pra você, todo dia. 

Que você tenha muita saúde, muito sucesso, muita força e muitas boas memórias construídas nesse novo ano de vida. Você merece muito. Obrigada por ser você.
Eu e a Agnes vamos cantar parabéns o dia todo hoje, se prepare. E vamos te encher de beijos e muito carinho, mas não posso prometer que será só hoje. 

Te amo (só até amanhã de manhã).

Muitos beijos,
Marina.

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