Arquivo do mês: julho 2018

Carta do dia: 4 anos!

São Paulo, 15 de julho de manhã 2018

Filha,

a profundidade do seu olhar é a porta pro tamanho da sua força.
E ela é exatamente assim, linda e cheia de energia, vinda de mares distantes – e vai reverberar por centenas de anos, e além, como as tartarugas que você tanto gosta.

Hoje é o seu aniversário e o meu coração está inundado de amor e gratidão pelos seus 4 anos de vida.
Minha menina maravilhosa, que sabe bem o que quer, que tem muita amorosidade nos gestos e um jeito todo seu – da expressão ao caminhar – saiba que eu sou imensamente feliz de ser sua mãe, de ser sua amiga, de caminhar contigo por essa estrada.
Que o seu ano novo seja INCRÍVEL!
Te amo bem grande.

Com amor,
Mamãe

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4 ANOS!

Gente amiga, vocês acreditam que a minha pequena moça vai completar quatro anos no próximo domingo?

Quatro anos.
4 anos.

Não que eu tivesse alguma dúvida, mas é oficial: cabô bebê!
A pessoa é 100% criança. E eu sigo achando esse Sr. Tempo muito fanfarrão.

Estava aqui pensando no que vou escrever na carta deste ano e, nossa, tanta coisa.
Tanto aconteceu nesse último ano, tanto que ela cresceu, se desenvolveu, aprendeu. Pra mim também foi assim, com certeza.
O que eu sei é que está linda demais essa fase. Ir conhecendo cada dia mais a pessoinha que ela já é – isso é muito legal!

Ela faz tudo sozinha… menos comer, hahaha. Quer dizer, ela come sozinha na escola, claro, mas aqui em casa faz um charme imenso, rs. Aí em casa eu digo que vou colocar o meu almoço pra gente comer juntas e geralmente funciona bem, mas tem vezes que ainda prefere que a gente dê – e sabe, eu nem tô sofrendo com isso porque ando sem tempo, kkkkk. De resto, não posso nem chegar perto. Tomar banho, escovar os dentes, ir ao banheiro, vestir a roupa, colocar a mesa pro café da manhã, calçar o tênis, correr na rua (socorro, hahaha).

E as conversas, gente? De vez em quando tem umas frases muito maravilhosas, tipo essa semana que ela disse: eu não consigo deitar em mim mesma (!)
Tem o temperamento super forte, sabe o que quer.
Que as deusas conservem isso.

Brinca bem sozinha quando está em casa, inventa música e reproduz uns diálogos da escola – e eu só “de longe” ouvindo, hehe.
Ainda fica tímida quando chega em lugares novos, com mais pessoas e tal. Quer ficar perto de mim ou um pouco mais afastada da geral. Aos poucos vai se soltando e inventando o próprio jeito de ficar bem no ambiente E é engraçado de ver, porque ela raramente dá “oi” quando chega, abraço e beijo, então, só pros íntimos. Mas o tchau sempre rola mais suave e natural, rs. Ela realmente precisa de um tempo e gosto de respeitar isso.

É muito carinhosa, muito amorosa e gosta de ficar em família
#cancerianatotal

E eu sigo uma mãe babona, como vocês podem constatar, rs.

E é isso, vida seguindo no compasso – ora suave, ora doidão – e a gente aprendendo a dançar conforme a música. Ainda bem que música é mesmo uma constante aqui em casa.

Volto domingo com a carta e mais amor pra derramar por aí.

Beijo em todo mundo e até já.

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Arquivado em Agnes, coisa linda, conversando, crianças, leveza, vida real