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Receita amiga: “risotinho” salva-vidas

Sabe aquele dia que você passa horas fora de casa, volta bem na hora da comida e não tem nada pronto? Eu sei bem como é, não é raro acontecer aqui, já que sempre saímos e também porque sempre preferimos comida fresquinha, não temos o hábito de congelar (mas nada contra, só não temos o hábito mesmo).

Mas quando se tem um bebê, não dá pra chegar 19:0o em casa e ainda colocar o feijão no fogo, né. E aí, como faz? Depois de pensarmos em algumas soluções, um dia marido fez o que apelidamos carinhosamente de “risotinho da Agnes” (mas não é um risoto, hahaha). Fica pronto em 5 minutos, sem brincadeira. E foi isso que vim fazer aqui hoje, compartilhar essa receita salva-vidas com vocês.

Essas quantidades são pequenas porque geralmente fazemos só pra Agnes mesmo, tipo um prato único.

Ingredientes:

  • Um punhado de arroz (meça na mão mesmo);
  • meia cenoura, 1 pedaço de chuchu, 2 ou 3 vagens, 1 folha de couve (pode ser qualquer legume e verdura que você tiver na geladeira, use umas 2 ou 3 opções, pelo menos);
  • Azeite;
  • Temperos de sua preferência (sal, orégano, coentro, cebola, alho, etc);
  • carne, se quiser (bife mesmo);
  • 300ml de água

 

Modo de preparo:

Corte os legumes em pedaços bem pequenos.
Na panela de pressão, refogue a cebola e o alho e já pode acrescentar os outros temperos. Coloque a carne, em pedacinhos, e em seguida já acrescente os legumes e o arroz. Mexa um pouquinho e acrescente a água. Tampe a panela e, quando pegar pressão, conte 3 minutos. Sim, três minutos e está pronto.

Sirva para a pequena pessoa com fome e veja seu filho comer tudo – incluindo coisas que não dá muita bola normalmente. Só vantagens, hehe.

Fim!

Não disse que era rápido? Fica um prato com alguma variedade, pronto em 5 minutos. Rapidinho dá pra cortar e separar tudo. Panela de pressão salvadora, adoro!

À propósito, apelidamos de risotinho porque a água seca, mas ainda fica molhadinho, sabe? Por isso não pode colocar muita, para não ficar como uma sopa (a não ser que você queira uma sopa, haha).

Por aqui é sucesso!
Se fizerem, me contem como foi?
Espero que gostem!

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Fast food de viagem

Pronto, agora acho que encerro a fase monotemática de viagem, rs.

Como manter uma alimentação razoavelmente adequada numa viagem de carro com um bebê de 1 ano? Aqui fizemos assim.

Para a ida (São Paulo – Aracaju) estávamos bem abastecidos.

Preparamos em casa muitos sucos naturais, congelamos em garrafinhas e levamos numa bolsa térmica. Salvou completamente nossa vida, Agnes não consumiu nenhuma caixinha durante o trajeto, yeah!

Também fizemos bolo, que foi bem bom no começo, mas logicamente não durou muito.

Além disso, levamos frutas – banana, maçã, pêra, laranja.

E biscoito de polvilho e cookies também.

Em relação a comida, tivemos o cuidado de parar sempre um pouco antes do meio dia, que é quando a comida está fresquinha e os lugares mais vazios. Funcionou bem, apesar da pequena ter comido pouco nessas horas, já que ficava mais interessada em sair correndo para explorar o lugar e esticar as pernas, rs. E preciso dizer que tivemos boas surpresas nessa parte, cada comida boa que achamos, principalmente onde a gente percebia que era negócio familiar, sabem. Muito bom, hehe…

Na(s) volta(s) não tínhamos mais tanta coisa no carro, mas sempre dava certo de achar um biscoito sem leite na estrada, suco feito na hora, ou coisa parecida.

Ah, picolé estava liberado também, porque né, viagem de carro, nordeste, sol de lascar… algum alívio precisava ter, além do ar condicionado, hahaha.

Sinceramente, foi bem mais tranquilo do que eu imaginei. Nada como viver a experiência pra saber, né.

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O causo da polenta

Pode parecer um pouco estranho, mas acho que a Agnes comeu melhor durante os deslocamentos na viagem do que nos lugares que ficamos. É que ficamos em casa de parentes, outros horários, muita gente em volta. E essas coisas já são suficientes para mexer com o apetite dela. Ela comeu pouca comida nos 20 dias fora. E o que salva aqui em momentos como esse é a bendita da polenta.

Fubá, água, um tico de sal, orégano e um fio de azeite. Ou só fubá e água, em situações/lugares críticos. É muito fácil, muito prático e ela come feliz da vida (faz um tempo que não dou, na verdade, mas vamos focar que até agora deu certo, rs). Pois bem. Quando a coisa apertava lá em outras bandas, era pra polenta que eu corria. Porque não estava bancando ver a pequena gastar tanta energia sem comer direito. E não era hora de ficar pensando em valores nutricionais, variedade, se ela só ia querer comer isso for ever quando voltasse, etc. Nada disso. Eu só queria alimentar minha cria.

Já estava marcado desde antes da gente ir que depois do Natal iríamos, com uma turma de amigos do meu irmão, passar um dia (e uma noite) num lugar tipo camping que tem lá pertinho de Aracaju. A Lagoa dos Tambaquis é um lugar realmente lindo, tem uns chalezinhos simples para pernoitar, tem sombra e água fresca, tem um café da manhã delicioso e o lago em si é uma delícia, água cristalina, peixinhos, tudo de bom. Fizemos um churrasco, no almoço a pequena comeu arroz, salada e carne, de boas. A noite eu não quis dar a mesma coisa e, já sabendo disso de antemão, levei um pacotinho de fubá e uma mini panela da minha cunhada. Quando foi na hora da janta, tudo escuro, os faróis dos carro fazendo as vezes de iluminação onde tinha o fogo, num fogão totalmente improvisado, estávamos lá preparando a polenta salvadora de bebês esfomeados. Gente, foi TÃO legal! Totalmente a nossa cara, e cara dessa viagem, que teve tantos improvisos. Com certeza vamos lembrar da gente lá na beira do fogo queimando a panela por um bom tempo, haha.

Cheguei a ouvir, já em outros dias da viagem, que eu não alimentava minha filha direito, que isso estava errado, que não dava pra comer tanta polenta assim na vida. Só deu vontade de dizer: gente, seje menas!! Sabe, na vida – e principalmente na maternidade – temos que escolher nossas batalhas. Então eu oferecia comida para minha filha, sim, é óbvio que sim. Mas se eu percebia que o ambiente não estava propício para ela comer bem (porque bebês são seres inteiros, tudo ao redor influencia nos processos deles) (não adianta, ela não come com muita gente ao redor, olhando e comentando o que ela está fazendo), ou se não tinha algo na hora que ela queria, eu apelava pro que ela conhecia e aceita bem – como trazer algo do cotidiano dela pra um lugar onde já é tudo novo. E tudo bem. Viagem é pra gente relaxar, é pra sair da rotina, é pra sijogar no que aparecer. Ela teve tantas outras ~experiências gastronômicas~ nesses mesmos dias, tantas novidades. Deixa a menina comer o que quiser, eu hein! E deixa essa mãe aqui tentar ser leve, né.

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Agnes e a comida

Uma das coisas que mais mexe com uma mãe é a introdução alimentar. São muitas dúvidas, muitas questões, muitos pormenores. Quando começar? O que oferecer primeiro, fruta ou comida? Papinha ou blw? Em que panela cozinhar? Que utensílios são os melhores? Sim, migas, eu disse que eram muitas questões. Tantas que a gente fica doidinha, sem saber pra onde fugir por onde começar.

Quando começamos a introdução alimentar da pequena Agnes, eu fiquei meio perdida também. Ela fez 6 meses e nem um copo eu tinha providenciado ainda. Fato é que eu não sou de seguir muitas regras, por isso não quis ler muita coisa. O único texto que li foi esse aqui, da Faiolla Duarte, que faz um trabalho bem legal sobre alimentação e tudo mais: Introdução de alimentos sólidos passo-a-passo. Li quando a Agnes tinha 5 meses. E lá está escrito que alguns bebês demonstram interesse antes na comida, que é legal deixá-los livres para explorar e ter acesso à refeição da família. Tudo muito legal, fez muito sentido pra mim. Só que a minha pequena já demonstrava interesse, ou pelo menos curiosidade pelo que comíamos e eu ainda não havia liberado nada. Matutei um pouco e, uns dias depois, comendo melão, deixei que ela colocasse na boca. Ela lambeu e ficou por isso mesmo. Pra mim era importante a coisa oficial dos 6 meses, então dei uma segurada. Mas foi tranquilo esse primeiro contato. E resolvi deixar porque pensei justamente na relação que ela começaria, já ali, a desenvolver com a comida. Como assim ela demonstra interesse pelo que estamos comendo e eu não deixo ela comer, mas depois vou implorar por “só mais uma colherada”? Não faz sentido, né. E realmente ela só lambeu e se deu por satisfeita, só queria conhecer o que tanto a gente pegava ali naquela noite.

Fato é que o começo da comilança por aqui foi lento. Muito lento. Durante duas semanas foram só frutinhas. Tinha dia que eu dava inteiro na mão dela, tinha dia que eu amassava com o garfo e oferecia. Ela colocava tudo pra fora. O reflexo que não deixa engasgar funcionou tão bem que ela não engolia nada, hahaha. Muito aos poucos ela foi entendendo o que era pra fazer com aquilo. Fui deixando a coisa rolar meio solta – na verdade, eu estava aprendendo junto com ela, não sabia direito como proceder. Com a comida foi mais difícil. Ela recusava veementemente toda e qualquer papa que eu oferecesse. Mesmo que fosse só amassado, nunca bati nada, mas ela não gostava. Pedaço inteiro ela jogava longe. Frustrante, mas era o que tinha pra época. Um dia, cansada de fazer coisa que ela não aceitava, botei arroz e feijão no prato, o mesmo que a gente come todo dia, coloquei ela no meu colo e dei. Ela abriu a boca, comeu e não cuspiu. Adorou o arroz, até mastigava, rs. Foi a primeira vez que deu certo, ela já tinha quase 8 meses. A partir de então eu assumi meu completo fracasso em preparar coisas específicas para bebê e me joguei na vida prática de quem oferece a mesma comida da casa desde sempre. Sim, mesmo tempero e mesma consistência, e ela nunca engasgou.

Daí em diante fomos progredindo cada dia um pouco mais. Logo veio mais dente, daí já parou de comer de novo. Certo dia resolvi fazer polenta, ela devorou. É a unica coisa “mole” que ela come, vai entender. É a comida oficial da época chata do nascimento dos dentinhos, inclusive.

Lá pruns 9 meses ela comia sempre com as mãozinhas, fazia a maior lambança. Mas depois passou a aceitar que eu oferecesse e seguimos assim ainda hoje. Tem coisa que ela quer pegar, tipo carne, e tem acesso irrestrito, outras eu ofereço e assim vamos. Mas tudo na consistência normal, o prato dela é igualzinho ao nosso. E quantidade ela come pouco, já entendi isso. Minha passarinha, como costumo dizer. Mas, por algum motivo desconhecido, sempre coloco muito no prato, tipo pra uma criança de 3 anos, hahaha. Fruta ela come melhor com as mãozinhas, vezes dou inteira, vezes corto em pedacinhos.

Até 1 ano eu procurei não oferecer nada processado/empacotado pra ela. Era comida e nos lanches sempre fruta. Um dia ela alcançou meu pacote de biscoito de arroz e comeu um inteiro, devia ter uns 9 meses, por ai. Umas amigas me lembraram que é super natureba, então passei a oferecer de vez em quando. E pão francês liberei antes de 1 ano também, ela curte mais a parte com casca, não só do miolo, e come um pedaço muito pequeno. Pão de forma industrializado só experimentou uma vez, que meu sogro deu e eu não quis interferir (por milagre, rs), mas ela deu uma mordida e jogou fora.

Aliás, em relação aos outros, até que não tenho sofrido tanto. Aprendi a dizer não e me manter calma, até sorrindo, quando perguntam se podem oferecer bala/gelatina/chocolate/fritura/salgadinho/bolacha pra ela e assim vamos. O fato de me perguntarem ajuda muito, me sinto respeitada e isso é ótimo. Acho que se chegassem já dando na boca dela ia ser bem diferente, hehe.

Eu já tinha escrito dois posts sobre comidas por aqui, um sobre a introdução alimentar e outro sobre os meus mantras quando o assunto é alimentação. Escrevi este hoje porque uma amiga pediu, pois está às voltas com esse assunto. Força aí, Rany, que tudo se ajeita. Sempre se ajeita.

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Meus mantras da alimentação

Agnes está com 1 ano e 1 mês e já passamos por algumas fases no quesito alimentação. O que me faz entender que realmente tudo muda muito rápido, porque faz só 7 meses que ela passou a experimentar novos alimentos, não é mesmo?
No comecinho da introdução alimentar ela não aceitava absolutamente nada pastoso, amassado com o garfo. Cuspia, fazia uma cara de nojo daquelas. Eu cozinhava os alimentos, seguia tabela para não dar nada repetido, carboidrato, legume, raiz, etc, etc etc. Quando ia oferecer, ela ignorava solenemente. Se eu amassasse, rejeição absoluta, se oferecesse inteiro na mão dela, a danadinha jogava longe. Dava vontade de chorar, sinceramente.

A primeira coisa que tratei de ter sempre em mente foi: controle suas expectativas.
De nada adiantaria eu me frustrar, ou criar uma situação desagradável porque ela não aceitou a comida do dia. Colocar as coisas em perspectiva ajuda: até esses dias atrás ela só mamava, não dá para pedir que ela já saiba comer tudinho, de garfo, faca e guardanapo. Muito menos que valorize meus esforços culinários, porque né, ela não faz a mínima ideia dessas coisas ainda, nem que eu demorei 3 horas pensando na combinação do dia. Sem contar que se eu ficasse estressada, ansiosa, não ia rolar nada, só mais e mais stress.

Mas e aí, como faz pra pessoa aprender a comer? Geralmente a gente não aprende uma coisa nova vendo outra pessoa fazer? Não importa se essa outra pessoa é o colega da mesa ao lado ou o professor lá na lousa. Se é só teórico ou de forma prática, como numa aula de dança. Nós aprendemos em relação com o outro. Por isso adoro essa frase: alimentação é relação. Como eu, Marina, me relaciono com a minha alimentação? Como o Cleber se relaciona? Comemos juntos na mesa? Preparamos nosso próprio jantar? Ela nos vê feliz enquanto comemos (principalmente o saudável)? Aqui nós fazemos todas as refeições possíveis juntos. E a comida é sempre preparada por nós também. Vamos juntos na feira, ao supermercado. Tudo isso faz parte do processo, né? Incluir a Agnes nisso foi mais do que natural. Ela tem sua cadeira para nos acompanhar na mesa, e hoje adora ver quando alguém está cozinhando, sempre quer ver o que tem nas panelas e tenta pegar a fumaça (#medo rs). Mostrar e ir conversando quando vamos esquentar ou mesmo preparar o prato da vez já vai deixando ela no clima. Comer do meu prato eu deixo, porque ela come a comida da casa faz tempo já. Fazer bagunça com a comida, pegar, passar no cabelo, então, nem se fala, principalmente no começo.
Claro, aquelas frases que sempre dizem também gosto de praticar. Não forçar a barra. Não distrair. Não enganar. Tudo isso faz parte da relação. Quero ver o prato vazio e me sentir incrível porque ela comeu tudo, ou quero ensinar que é bom comer, gostoso, um momento a mais para estarmos juntos, olha que delícia essa cenoura, comer é importante pra crescer, ficar forte pra brincar? Resposta, as duas anteriores, hahaha. Mas a primeira não deve ser mais importante, no sentido de ser alcançada a qualquer custo. É um processo diário, tem que ter paciência.

Até porque, tem dias que a pessoa não vai aceitar nada. Sim, esses dias existem e a gente quase enlouquece, se bobear. Pelo fato de ainda mamar, não surto tanto, mas dá uma agonia quando ela não aceita nada o dia todo, confesso. Daí é reparar no que de diferente está acontecendo. Dente nascendo, por exemplo, aqui é sinônimo de falta de apetite total – e ela tem 8, ou seja, já ficou muito sem comer. E tem os dias em que ela simplesmente come menos do que de costume. Ou seja, é preciso confiar no bebê. Meu papel é oferecer alimentos saudáveis na hora certa, as quantidades quem determina é ela, sempre. Mesmo na fase em que ela só queria arroz, respeitei. Oferecia sempre outras coisas, óbvio, mas se ela escolhesse só comer uma, tudo bem. Acredito que como ainda não tem o paladar viciado em produtos ultraprocessados, o pedido do corpo é o que ela mais precisa no momento (tento sempre ser razoável e ir dosando, mas em geral o meu pensamento é esse).

E é isso. Procuro ter essas frases sempre em negrito mesmo na minha cabeça. Tem dias mais cansativos, tem dias mais tranquilos, e assim vamos indo. Até que tem dado certo pra nós.
E por aí, como é a hora de comer?

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11 semanas e a alimentação

Pela contagem do ultrassom, ontem eu completei 11 semanas! Yeaaah! #todascomemora
O cansaço que eu sentia não existe mais, amém! Em contrapartida, agora tenho que ficar de repouso, ó céus! Porque o cansaço não veio agora, né?! Seria mais fácil, haha Mas estou vendo bastante filme, lendo  livros, relaxando, tudo certinho. Simplesmente consegui, de alguma forma que não faço a mínima ideia, não me estressar demais com qualquer coisa. Acho que ver o baby me fez tão bem que eu acabei desencanando de tudo e entrei no “mundo gestante” de uma vez por todas. E dele só pretendo sair para ir direto pro mundo “mãe-bebê”.

Na mini-consulta que tive sábado na Casa Angela, aproveitei para perguntar sobre o resultado do meu exame de glicose, ter uma segunda opinião e tal. A Andreza (EO) disse que o exame da curva glicêmica só é feito mais pra frente mesmo, e que antes se repetiria o de glicemia de jejum mais uma vez, pra tirar a dúvida, até me deu uma guia. E disse pra eu cumprir as 12 horas certinhas e não beber nem água (no outro eu bebi, disseram que podia). Disse para uns dias antes também evitar doce e carboidrato, principalmente à noite. Vamos ver se vai dar certo, tô torcendo por isso!
Então, diante desse fato, estou cuidando ainda mais da alimentação e pretendo fazer algumas adaptações no cardápio (ainda falta comprar umas coisas), para ficar mais saudável. E depois, se eu sentir muita necessidade, procuro um nutricionista (porque não tô podendo pagar um agora, rs).
Segundo os profissionais que já me atenderam, não engordei além do que deveria, mas me preocupo agora com a questão de controlar mais os carboidratos. Já me disseram (lá na Casa) para eu não encanar com a questão do peso e essas coisas, e sinceramente, não estou preocupada mesmo.
Eu sou a pessoa que nunca fez regime na vida. Sempre fui magra (não mega magra, assim eu só fui na infância até os 15, 16 anos, depois fiquei só magra mesmo, haha), mas mesmo há uns 3 anos atrás, quando tomei um AC que me inchou de-mais e as pessoas começaram a mandar umas indiretas, não me importei. Sinceramente, não tenho paciência alguma com isso. Ou seja, também nunca fui a pessoa que deixa de comer alguma coisa “porque vai engordar”. Eu comia, sim, o que eu quisesse; mas acho que a diferença é que eu sempre tive moderação, nunca fui de comer em excesso. E também nunca senti culpa. E como já disse em outro post, almoço e janta pra mim é comida mesmo. Com verdura, legume, etc. Suco é natural é feito na hora e, dependendo do sabor, sem açúcar. Depois de um tempo eu cortei totalmente o refrigerante, porque me fazia muito mal, uma dor sem fim na barriga, e não me faz falta alguma, ainda bem.

Mas confesso que, mesmo tendo essa consciência e sendo super bem resolvida, depois que vi o resultado do exame, entrei em parafuso, pensando que estava fazendo tudo errado e que tinha que mudar tudo. Ô drama! rs. Comecei a me achar gorda e toda errada. Marido fala “tá gorda nada, é a Bolota crescendo”, rs. E como eu disse ali em cima, na infância e começo da adolescência eu era mega magra mesmo. Mas o fato é que tenho a estrutura um pouco grande. Tenho 1,67 e quadril largo, bunda grande (haha, isso desde sempre) e essas coisas, sabem? Não dá pra eu querer pesar 50 e pouquinhos quilos (esse é o peso da minha mãe, pasmem, rs! Que é um pouco mais baixa que eu e beeem mais magra). É a minha estrutura corporal mesmo. Então tô tentando desencanar de novo, que nunca fez parte de mim e não tô gostando desses pensamentos.
E também tem o fato de, desde o começo até hoje, eu não senti um mísero enjoo, nem vomitei, nem tive náuseas, nem ânsias, nem absolutamente nada referente a isso. O que eu sinto é fome, rs. Agora menos, tá mais controlado, eu acho, mas no começo eu sentia mesmo muita fome, então acho que é inevitável que os quilos já comecem a dar dar às caras. Em toda consulta a Camila faz aquele gráfico de peso e medida (aquele do IMC, eu acho, rs), e eu estou super dentro do “normal”, então pronto. E eu li muito, textos de profissionais que eu confio, e fui ficando mais calma.

Para tirar a dúvida se eu estava mesmo fazendo “tudo errado”, escrevi as horas em que costumo comer. Até porque no fim da tarde eu me perdia um pouco na hora e estava achando bem bagunçado. Descobri que como, sim, a cada 3 horas (mas como todo mundo, às vezes acontece da fome vir um pouco antes, ou um pouco depois). Meu lanche da manhã é sempre fruta; e pela hora em que eu janto, à tarde preciso de 2 lanches pequenos (ou teria que fazer um depois da janta, se jantasse mais cedo, o que eu não quero). À tarde eu como outra fruta e depois mais alguma coisa, que pode ser bolacha com geléia natural, ou um pedaço de bolo, por exemplo. Mas tô pensando em trocar e colocar a fruta no segundo lanche, pra não comer nenhum carboidrato depois das 16:00. E a minha janta não é pesada. E nos intervalos de tudo, água!
Agora diminuiu muito a minha vontade de comer doce, chocolate; só como muuuito de vez em quando, e só um pouquinho. Pizza (que só consigo comer um pedaço), sanduíche (tipo x-salada, porque desses fast food não como há muito tempo), ou outras coisas desse tipo, tenho evitado; mas se como é só uma vez em algum fim de semana.  Sei lá, não acho que esteja tão ruim assim a minha alimentação. Ainda preciso de ajustes, comer mais salada, mais ingredientes integrais, e não sou radical com nada. Estamos no caminho, espero…

Gente! Não é pra seguir isso aqui, hein! Tudo da minha experiência. É o que funciona aqui e eu não sou profissional de nada de saúde, pelo amor de Deus, rs. Só coloquei mesmo pra eu não me esquecer que estou me alimentando direitinho e que não sou a monstra que pensei que eu fosse, haha.

E até hoje não comecei a fotografar a evolução da barriga, que vergonha! Justo eu, que sou tão apaixonada por fotografia. Mas enfim, já que fiz esse post, queria muito colocar uma fotinho pra vocês verem e palpitarem se minha pança condiz com 11 semanas, ou não. Peguei minha câmera e fiz um improviso, porque estava com preguiça de montar uma produção com tripé, luz melhor e tudo direitinho, então não ficou nada bom, mas prometo que as próximas serão melhores, com ajuda do meu super marido, rs.

               
de um lado e do outro e a bunda grande hahhaha

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