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Grande encontro

O encontro mais maravilhoso do ano aconteceu nesse último fim de semana: conheci, pessoalmente, a amada, salve-salve: Nana, a Louca do Bebê \o/
Gente, cêis num tem noção do quanto foi lindo, mágico, purpurinas por todos os lados. Quer dizer, vão ter noção, sim, agorinha mesmo, porque vamos contar tudinho (postando ao mesmo tempo, para não sermos influenciadas pelo texto uma da outra, né amiga? haha).

Das coisas que bolota me ensinou: a amizade transcende o mundo virtual.
Tudo isso aqui que a gente chama de blogosfera e redes sociais são muito reais, sim, e pode nos trazer surpresas deliciosas.
A Nana acompanha a minha história desde o começo, foi inspirada nela, inclusive, que criei esse puxadinho aqui. Nos aproximamos bastante, conversamos muito, nossos papos são sempre construtivos pra mim. Ela é uma boa amiga, daquelas que a gente pode contar sempre, na alegria e na tristeza, e eu confio muito nela. E então, lá em agosto, quando soube do ocorrido, ela me ligou e, dentre outras coisas, convidou Cleber e eu para irmos passar uns dias em sua casa. Gente, que coisa mais linda essa! Fiquei emocionada quando ela me fez o convite, de verdade. Um gesto tão lindo de amizade, de confiança, de tanta coisa. Na época, tudo o que eu queria, realmente, era viajar, espairecer, respirar outros ares, mas não dava para ser de imediato, pois meu repouso não permitiu – o que não me impediu de não só aceitar o convite, como ficar pensando sempre nisso. Depois de algum tempo, decidimos ir agora em outubro. Dia 28, segunda, foi dia do funcionário público (leia-se: ponto facultativo) e, apesar de não ser um efetivamente, marido trabalha prestando serviço pro Estado, então teria essa folguinha. Compramos as passagens de avião, acertamos tudo com ela, e aí foi só esperar o dia chegar. E vou contar uma coisa pra vocês: fazia um tempinho que eu não sentia uma ansiedade assim por uma viagem. Ficava pensando mil coisas, como seriam nossos dias e tal. E foi tudo melhor do que o imaginado, se me permitem dizer.

Chegamos em Salvador na sexta à noite, e ela estava lá, nos esperando no desembarque. “Ela existe mesmo!” foi a frase que saiu de nossas bocas assim que nos abraçamos. Pense numa pessoa feliz por estar ali? Eu! \o/ Comemos um cachorro quente delícia já em sua casa e ficamos, nós três (o marido dela está viajando) conversando até altas horas, já era madrugada quando fomos todos dormir.
Aqui devo dizer que a Nana é uma super mega blaster anfitriã. Nos recebeu muitíssimo bem, fez com que nos sentíssemos realmente em casa. E uma guia turística de primeira, também. Fizemos um roteiro intenso, digamos assim, conhecemos praticamente tudo nos 2 dias e meio que ficamos lá.
Por ordem cronológica: Igreja do Nosso Senhor do Bonfim, com direito a rezar juntas e amarrar fitinhas na grade juntas. Almoço num lugar super gostosinho que esqueci o nome, com vista pro mar – ou, o dia em que comi moqueca de camarão pela primeira vez e amei. Sorvete da Ribeira – delicioso mesmo, preciso dizer. Mercado Modelo, que eu acabei nem voltando depois para falir o meu bolso comprando tudo que achasse pela frente fazer mais comprinhas; ou seja, mais um motivo pra voltar depois, hehe. Elevador Lacerda. Pelourinho, lindo, animado, colorido, com uma energia incrível. Fundação Casa de Jorge Amado – apenas amei esse lugar. Teve uma visita numa galeria de fotografia no Pelourinho também, bem linda. Pôr do Sol no Solar do Unhão, maravilhoso, com show de jazz depois, muuuito bom. Isso no primeiro dia. No domingo, Dique do Tororó, sentados na grama e depois indo atrás de um saco de pipoca, que eu não descansei enquanto não comi, haha. Depois andamos pela praia da Barra, lotada, almoçamos num outro restaurante com vista pro mar (pense como tava ficando chato? rs), fomos ao Museu Náutico que tem no Farol, muito legal, e também subimos lá em cima e assistimos um pôr do sol de aplaudir (literalmente) depois – ou, o dia em que eu morri de medo de descer aquela escadaria porque tenho medo de altura e os degraus são pequenos, haha. À noite, ida estratégica ao bairro Rio Vermelho para comer acarajé a abará, também pela primeira vez (e gostei mais de acarajé, a quem interessar possa, rs). Tudo isso com aulas de história e conhecimentos gerais, porque a baiana em questão sabe tudo, minha gente. Na segunda ela tinha que ir trabalhar, então marido e eu fomos à praia e almoçamos sozinhos. À tarde, aeroporto, e casa.

E eu não sei como, mas fizemos tudo isso sem correria, nem confusão. Simplesmente os dias foram fluindo. Deve ser efeito da Bahia, o tempo rende por lá. Porque nesses intervalos ainda teve cafés da manhã conversando tranquilamente – sobre parto, escolhas, empoderamento, rá! rs. Boas noites de sono. Filme, beijinho (que minha mãe fez e levei pra ela), abraços, histórias, músicas no carro, muitas risadas. Ai, tanta coisa. Foi tãããooo bom! Escrevendo esse texto e editando as fotos deu uma saudade danada.

E sim, gente, ela é real. Linda, elegante, inteligente, boa pessoa… Tá, falando assim parece que não é real, mas juro que é, haha. Fizemos fotos das nossas pernocas pra dividir especialmente com vocês (marido foi nosso fotógrafo oficial). Sabe tudo isso que ela é no blog, no face, no e-mail? Querida, atenciosa, bem humorada, e mais todas as coisas que a gente já sabe? Então. Existe mesmo, numa pessoa de carne, osso e dedicação. Resumindo muito resumidamente: é daquelas pessoas que a gente quer ter sempre por perto, sério mesmo. Não queria falar demais, pra não ficar puxando o saco, rs, mas é que realmente foi um presente conhecê-la “no mundo real”.

E só umas palavrinhas pra ela, antes das fotos…

Nana,
não tenho palavras para agradecer os dias lindos que você nos proporcionou aí em sua casa. Eu ainda não sei descrever (mas quando souber vai nascer outro texto, aguarde) o bem que essa viagem me fez. Sei que foi grande, que foi importante, que mudou alguma coisa de lugar aqui dentro – ou melhor, colocou alguma coisa em seu devido lugar aqui dentro. Você pode nem saber, mas aprendi muito nesses dias aí na Bahia. Poder te conhecer de pertinho me fez te admirar ainda mais, saiba disso (ainda mais que era fim de ciclo, e o jeito que você lidou com isso só me fez pensar que você está no caminho certo, já deu certo!, porque tudo isso é parte do caminho, e você o está trilhando lindamente). E me fez entender e gostar ainda mais dessa coisa de ser quem a gente é. Com controle, com entrega, com ansiedade, com sentimento – e tô falando de nós duas em todos os itens, cada uma à sua maneira. Não é fácil, mas vale a pena, ô se vale!
E em caso de incêndio ou ansiedade exacerbada, é só lembrar: continue a nadar, continue a nadar…

Obrigada, mais uma vez, por tudo. 
Nossa amizade agora está no mundo real, ainda bem.
Já estamos com saudade e queremos voltar em breve (o Cleber te adorou (quem não, né?), também amou tudo e está animado para uma próxima vez, rs).

Beijo e abraço apertado,
Má e Cleber

Igreja do Bonfim

Pernocas das moças

Amarrando fitinhas juntas

 Sorvete delícia da Ribeira

 Lá no alto do Elevador Lacerda
Comprinhas e outras coisas mais na Casa Jorge Amado 

Pôr do Sol no Solar do Unhão 

Andando no Dique do Tororó
nem tava cheia…

Lá no alto do Farol

Segunda linda na praia
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Arquivado em acontece comigo, amigos, coisa linda, contando a novidade, encontro, felicidade, foto, história

Página no facebook

Eu leio muitos textos sobre maternidade e afins, todos os dias. Muitos mesmo. Sobre isso, nenhuma novidade aqui entre nós, não é mesmo? Acontece que muitas vezes eu sinto vontade de compartilhar alguns pensamentos sobre o que leio, exteriorizar, passar pra frente. Nem sempre cabe certos links e blogs na minha timeline pessoal (porque muita gente não entende, porque não quero ouvir pitaco de graça, porque não dá pra ficar monotemática ali, que tem tanta gente de tantos outros mundos, porque não quero me expor ainda sobre isso, etc etc etc – sei que vocês entendem), e algumas vezes também quero compartilhar só um pensamento solto que me ocorreu sobre esses nossos assuntos, ou algo do tipo que não dá pra fazer um post inteiro, sabem?

Pois bem. Diante disso, resolvi criar uma página do blog lá no facebook, pra comportar todas essas coisas. Vai ser um puxadinho do blog. Sem contar que agora, que estou no limbo entre a espera e o início das novas tentativas de fato, nem sempre tenho assunto para posts – mas sim, continuarei aqui firme e forte, com textos sobre mim e sobre opiniões minhas -, mas não quero de jeito nenhum demorar para escrever ou perder o contato com vocês – lá dá pra interagir mais.
O que acham?

Apareçam por lá, não me deixem só! rs

Beijo em todo mundo!

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Arquivado em amigos, buscando solução, comecinho, contando a novidade, conversando

17 semanas e uma mudança no visual

Entramos hoje na 17º semana de gestação.
Na semana passada fez um frio tenebroso aqui em São Paulo, e eu fiquei meio jururu. E isso é um pouco curioso, porque apesar de gostar de sol e dias azuis desde sempre, me sentia muito bem nos dias cinzas, nunca foi um problema. Ano passado, inclusive, eu me sentia ainda mais inspirada para escrever quando chovia. Adorava mesmo! Gostava de passear em dias de garoa, de ir ver a vida acontecendo, apesar de qualquer coisa. Não sei se é da gravidez, mas esse ano não gostei do frio, não. Bom, Bolota vai nascer no auge do verão, né, vai ver é isso. E dizem que grávidas sentem mais calor… esperei isso semana passada, e não rolou. Minha mente deu uma travada básica, não quis sair de casa, fiquei bem introspectiva mesmo.
Mas aí, para a alegria desta que vos escreve, nesta semana que passou o sol voltou a brilhar e eu voltei a ser gente  ao normal.

Meu plano era voltar pro yoga agora, já que o frio cansaço e a fase casulo passaram, mas não achei mais vaga no Sesc, que é onde eu pago bem mais barato. Lá na Casa Angela tem uma turma todos os sábados, vou ver se me encaixo lá. Verei isto na próxima quinta, na minha consulta mensal. Mas se não rolar por qualquer motivo, me viro aqui em casa mesmo – e aja disciplina (essa coisa de exercício em casa nunca funcionou comigo).

Na quarta-feira, radicalizei e cortei meu cabelo bem curtinho.
No fim do ano passado eu também cortei curto, mas acho que dessa vez foi um pouquinho mais. E essa é a prova máxima de que eu confio muito no meu cabeleireiro: ele me pergunta “quanto a gente vai cortar, Má?” e eu respondo “ah, Thi, pode cortar, o tanto que for necessário”, haha. Estou com ele desde 2007, e somente ele mexe no meu cabelo, ninguém mais. E uma manhã num salão onde os profissionais são super animados faz um bem danado. Saí de lá renovada e ainda passei a tarde com a minha prima e o meu sobrinho, rindo e conversando um pouco.

Na quinta foi dia de desvirtualizar.
Conheci pessoalmente a Dani e foi ótimo o nosso almoço.
E aí a gente percebe que esse carinho todo que ganhamos quando temos um blog é real mesmo. Não que um dia eu tenha pensado que não fosse, não é isso (aliás é bem o oposto, sinto um carinho enorme por tudo isso aqui, e é quase palpável), mas sentir isso num abraço, num papo ao vivo é muito gostoso. Adorei, Dani, vamos repetir muito, hein! 🙂

Dani, eu e meu cabelo novo.

E teve uns dias em que eu estava achando a minha barriga pequena. Ou melhor, não pequena exatamente, mas mole. Sabe, eu achava que 16 semanas já era semana o suficiente para dar um ar mais gravídico à minha pança. Me enganei, tchon, tchon, tchooonn…

Em pé é uma lindeza – e quando estou passando creme em frente ao espelho, por exemplo, realmente percebo uma diferença na parte de baixo, maior, mais firme e tal. Mas quando eu me sento, ainda dobra um pouquinho, entendem como é? Fico me achando mais gorda que grávida. E quando me deito, some quase tudo, rs. Daí, desde ontem estou percebendo que está ficando ainda mais durinha e arredondada. Pensem numa pessoa feliz? Sou eu olhando pra minha barriga, haha.

Aliás, por falar nisso, e por falar no meu encontro com a Dani, justamente no dia do nosso almoço (01 de agosto, para eu não me esquecer), tive certeza mesmo que senti Bolota mexendo aqui dentro. Ai que delícia isso, minha gente! Eu já tinha tido essa impressão antes, mas agora acho que é pra valer mesmo! A parte não-romântica da história é que foi dentro do ônibus o tal momento, mas isso é só um detalhe, não é mesmo? E no dia seguinte, ou seja, ontem, senti de novo, umas duas vezes. É algo realmente bem levinho, quase borboletinhas voando, ou como se alguém passasse os dedos na minha barriga de leve, mas do lado de dentro.

Vejam só como estamos:

16 semanas e 5 dias de Bolota

Os próximos dias prometem! Tem consulta de pré-natal, tem estreia do filme ‘O Renascimento do Parto’, tem o aniversário da minha pessoa (no mesmo dia da estreia do filme, own!) e ainda tem dia dos pais! Ou seja, voltarei algumas vezes com mais trololó. 
Beijo em todo mundo. Até lá!

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