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29 semanas, a ficha que cai… e outras coisinhas mais

Hoje é dia 04 de maio. Ou seja, temos o mês de maio todo pra viver. Depois todo o mês de junho.

Quando julho chegar, a pequena Agnes vai chegar também. Em qualquer dia do mês, no tempo dela.

2 meses para entrar “a termo”. DOIS meses.
O que eu falei nos últimos posts mesmo? Que o tempo tem voado, passado muito rápido, escorrido entre os dedos, como areia. Agora ninguém pode falar que eu estou exagerando.
Céus! O frio na barriga tá começando a aparecer por aqui. A ficha de que um bebê ~de verdade~ vai chegar demorou quase 30 semanas pra cair. Sim, lerdeza gravídica, eu sei, mas precisava de tanto? 
Estou mais introspectiva esses dias. Claro, ainda tem coisas a serem feitas, mas estou preferindo ficar mais na minha sempre que possível, curtindo a barriga e querendo guardar todas as sensações num potinho. É uma delícia estar grávida, estou amando, de verdade! Muito feliz em estar vivendo essa fase, do jeito que está sendo. A pequena mexendo, a barriga crescendo num ritmo tão perfeito, que é como se ela sempre estivesse aqui – tanto que até me assusto quando me vejo no espelho ou em fotos, rs. 
Hoje fui ao açougue com marido, caminhando. Coisa simples, mas não é do ladinho de casa, não, dá uns 15 minutos na ida e mais 15 na volta. Aí percebi que, por mais que eu ache que a barriga não esteja pesada, ela tá, sim. No meio do caminho comecei a sentir a diferença. Um leve incômodo na lombar, um pesinho no pé da barriga. Mas aguentei ir e voltar, normal, só decidimos que vamos sair logo pra comprar o que estiver faltando, coisas que eu estava deixando mais pro fim, mas como não quero forçar nada nem ir as compras me sentindo pesada, então que se resolva logo tudo. 
Também tenho sentido muito menos vontade de ir pros exercícios de gestante. Algo a ver com querer estar mais focada em mim e na Agnes, e não em “fazer social”, cara de alface e sorrir pros papos que rolam lá, duas vezes por semana, se é que me entendem. Tô pensando em comprar uma bola de pilates e seguir fazendo alguns exercícios e alongamentos aqui mesmo, além de caminhadas leves no condomínio. Coisa meio instintiva mesmo, sem grandes explicações de livros ou manuais, só mesmo intuição de mãe.
Só comecei a sentir as contrações de treinamento há poucas semanas. Ou sentia e não percebia, não sei. Só sei que agora elas aparecem por aqui, umas 2 ou 3 vezes por dia, dependendo do esforço que faço. Não consigo medir o tempo direito, acho que porque estão leves ainda, mas é curioso sentir isso, né?! A barriga endurece mas não dói nadinha de nada, rs. 
Ah, percebi que a Agnes tem mexido bem menos, hoje mesmo foi bem sutil, de vez em quando. Já tinha lido que seria normal a partir de agora, mas não deixei de me assustar. Fiquei meio encucada, mas acho que o espaço tá começando a ficar pequeno pra tanta animação que ela tinha.
A parte chatinha é que apareceu umas micro bolinhas na minha barriga, que coçam muito! Pensei que fosse sinal de que as estrias estivessem chegando, mas até agora nada. Depois percebi que tem no seio também, tipo umas manchas vermelhas (na barriga também fica vermelho), então tô achando que pode ser alergia de alguma coisa. Não comi nada de diferente esses dias e por via das dúvidas suspendi um creme anti-estrias que usava vez ou outra. No mais, tudo normal na rotina. Ainda não passou e de noite parece que coça mais, é péssimo. Mas tenho consulta com a Catia na próxima terça, daí vou ver com ela direitinho o que pode ser. Mas torcendo para não ser nada demais. 
Na prática, falta pouca coisa pra poder dizer que está tudo pronto pra chegada da pequena. Alguns poucos itens de enxoval dela e algumas coisas pra mim, que também tô nesse jogo né não?! Quase esqueci que também estava na lista, haha. Já compramos o bercinho estilo co-sleeper, mas ainda não chegou. Já comecei a fazer o enfeite de porta pra ela (aquele da nuvem com chuva colorida ❤ ). E estávamos prestes a sair pra comprar a cômoda, mas decidimos que vamos reformar, nós mesmos, uma que já temos em casa. Pais possuídos pelo espírito DYI, a gente vê por aqui, hahaha \o/. Nada muito elaborado, porque nunca fizemos isso, mas assim que ficar pronto eu mostro, com certeza. No mínimo, vai ser divertido, rs. 
Esse mês vai rolar um ensaio da pancinha, eeeee \o/ Se tudo der certo vai ser dia 17, tomara que esteja um dia bem bonito 🙂
E entrei em maio mudando o visual, cortei o cabelo curto de novo. Ele cresceu rápido e, como tenho bastante cabelo, estava pesado, sem corte. Resolvi isso ontem e agora me sinto bem melhor – adoro cortar a juba, hehe.
                               

E adivinhem com quem eu estive esse fim de semana? Sim, a Louca do Bebê mais querida da blogosfera! \o/ Eu já fui na Bahia, agora foi a vez dela vir em Sampa me ver, hahaha. Brincadeira, foi um encontro bem rápido dessa vez, mas valeu super pra matar a saudade, conversar e dar abraço barriga com barriga, rs. 
Adoro esses abraços, já rola sempre com a Dani, amiga amada, mas ainda não temos registros – vamos resolver isso em breve, né, Dani? – E agora foi com a Nana. Muito legal essa energia gravídica junta ❤
À propósito, ela está linda e Landinha está crescendo e aparecendo lindamente. 
Nana, amei te ver de novo, sempre muito bom conversar contigo. Certeza que no próximo encontro vamos slingar juntas, haha”
Barrigando em São Paulo
E é isso, meu povo. 
Essa semana tem doula, tem consulta, tem encontro com minha parceira de devaneios, conversas, equipe pré-natal e tudo mais, e com certeza deve ter mais alguma coisa que não estou lembrando, rs.
Passo aqui pra atualizar em breve.
Beijo e uma semana linda pra todo mundo o//
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Arquivado em barriga, bem estar, conversando, corpo, DYI, encontro, gestante, instinto, sentimento, sentindo, sintomas, tempo

Grande encontro

O encontro mais maravilhoso do ano aconteceu nesse último fim de semana: conheci, pessoalmente, a amada, salve-salve: Nana, a Louca do Bebê \o/
Gente, cêis num tem noção do quanto foi lindo, mágico, purpurinas por todos os lados. Quer dizer, vão ter noção, sim, agorinha mesmo, porque vamos contar tudinho (postando ao mesmo tempo, para não sermos influenciadas pelo texto uma da outra, né amiga? haha).

Das coisas que bolota me ensinou: a amizade transcende o mundo virtual.
Tudo isso aqui que a gente chama de blogosfera e redes sociais são muito reais, sim, e pode nos trazer surpresas deliciosas.
A Nana acompanha a minha história desde o começo, foi inspirada nela, inclusive, que criei esse puxadinho aqui. Nos aproximamos bastante, conversamos muito, nossos papos são sempre construtivos pra mim. Ela é uma boa amiga, daquelas que a gente pode contar sempre, na alegria e na tristeza, e eu confio muito nela. E então, lá em agosto, quando soube do ocorrido, ela me ligou e, dentre outras coisas, convidou Cleber e eu para irmos passar uns dias em sua casa. Gente, que coisa mais linda essa! Fiquei emocionada quando ela me fez o convite, de verdade. Um gesto tão lindo de amizade, de confiança, de tanta coisa. Na época, tudo o que eu queria, realmente, era viajar, espairecer, respirar outros ares, mas não dava para ser de imediato, pois meu repouso não permitiu – o que não me impediu de não só aceitar o convite, como ficar pensando sempre nisso. Depois de algum tempo, decidimos ir agora em outubro. Dia 28, segunda, foi dia do funcionário público (leia-se: ponto facultativo) e, apesar de não ser um efetivamente, marido trabalha prestando serviço pro Estado, então teria essa folguinha. Compramos as passagens de avião, acertamos tudo com ela, e aí foi só esperar o dia chegar. E vou contar uma coisa pra vocês: fazia um tempinho que eu não sentia uma ansiedade assim por uma viagem. Ficava pensando mil coisas, como seriam nossos dias e tal. E foi tudo melhor do que o imaginado, se me permitem dizer.

Chegamos em Salvador na sexta à noite, e ela estava lá, nos esperando no desembarque. “Ela existe mesmo!” foi a frase que saiu de nossas bocas assim que nos abraçamos. Pense numa pessoa feliz por estar ali? Eu! \o/ Comemos um cachorro quente delícia já em sua casa e ficamos, nós três (o marido dela está viajando) conversando até altas horas, já era madrugada quando fomos todos dormir.
Aqui devo dizer que a Nana é uma super mega blaster anfitriã. Nos recebeu muitíssimo bem, fez com que nos sentíssemos realmente em casa. E uma guia turística de primeira, também. Fizemos um roteiro intenso, digamos assim, conhecemos praticamente tudo nos 2 dias e meio que ficamos lá.
Por ordem cronológica: Igreja do Nosso Senhor do Bonfim, com direito a rezar juntas e amarrar fitinhas na grade juntas. Almoço num lugar super gostosinho que esqueci o nome, com vista pro mar – ou, o dia em que comi moqueca de camarão pela primeira vez e amei. Sorvete da Ribeira – delicioso mesmo, preciso dizer. Mercado Modelo, que eu acabei nem voltando depois para falir o meu bolso comprando tudo que achasse pela frente fazer mais comprinhas; ou seja, mais um motivo pra voltar depois, hehe. Elevador Lacerda. Pelourinho, lindo, animado, colorido, com uma energia incrível. Fundação Casa de Jorge Amado – apenas amei esse lugar. Teve uma visita numa galeria de fotografia no Pelourinho também, bem linda. Pôr do Sol no Solar do Unhão, maravilhoso, com show de jazz depois, muuuito bom. Isso no primeiro dia. No domingo, Dique do Tororó, sentados na grama e depois indo atrás de um saco de pipoca, que eu não descansei enquanto não comi, haha. Depois andamos pela praia da Barra, lotada, almoçamos num outro restaurante com vista pro mar (pense como tava ficando chato? rs), fomos ao Museu Náutico que tem no Farol, muito legal, e também subimos lá em cima e assistimos um pôr do sol de aplaudir (literalmente) depois – ou, o dia em que eu morri de medo de descer aquela escadaria porque tenho medo de altura e os degraus são pequenos, haha. À noite, ida estratégica ao bairro Rio Vermelho para comer acarajé a abará, também pela primeira vez (e gostei mais de acarajé, a quem interessar possa, rs). Tudo isso com aulas de história e conhecimentos gerais, porque a baiana em questão sabe tudo, minha gente. Na segunda ela tinha que ir trabalhar, então marido e eu fomos à praia e almoçamos sozinhos. À tarde, aeroporto, e casa.

E eu não sei como, mas fizemos tudo isso sem correria, nem confusão. Simplesmente os dias foram fluindo. Deve ser efeito da Bahia, o tempo rende por lá. Porque nesses intervalos ainda teve cafés da manhã conversando tranquilamente – sobre parto, escolhas, empoderamento, rá! rs. Boas noites de sono. Filme, beijinho (que minha mãe fez e levei pra ela), abraços, histórias, músicas no carro, muitas risadas. Ai, tanta coisa. Foi tãããooo bom! Escrevendo esse texto e editando as fotos deu uma saudade danada.

E sim, gente, ela é real. Linda, elegante, inteligente, boa pessoa… Tá, falando assim parece que não é real, mas juro que é, haha. Fizemos fotos das nossas pernocas pra dividir especialmente com vocês (marido foi nosso fotógrafo oficial). Sabe tudo isso que ela é no blog, no face, no e-mail? Querida, atenciosa, bem humorada, e mais todas as coisas que a gente já sabe? Então. Existe mesmo, numa pessoa de carne, osso e dedicação. Resumindo muito resumidamente: é daquelas pessoas que a gente quer ter sempre por perto, sério mesmo. Não queria falar demais, pra não ficar puxando o saco, rs, mas é que realmente foi um presente conhecê-la “no mundo real”.

E só umas palavrinhas pra ela, antes das fotos…

Nana,
não tenho palavras para agradecer os dias lindos que você nos proporcionou aí em sua casa. Eu ainda não sei descrever (mas quando souber vai nascer outro texto, aguarde) o bem que essa viagem me fez. Sei que foi grande, que foi importante, que mudou alguma coisa de lugar aqui dentro – ou melhor, colocou alguma coisa em seu devido lugar aqui dentro. Você pode nem saber, mas aprendi muito nesses dias aí na Bahia. Poder te conhecer de pertinho me fez te admirar ainda mais, saiba disso (ainda mais que era fim de ciclo, e o jeito que você lidou com isso só me fez pensar que você está no caminho certo, já deu certo!, porque tudo isso é parte do caminho, e você o está trilhando lindamente). E me fez entender e gostar ainda mais dessa coisa de ser quem a gente é. Com controle, com entrega, com ansiedade, com sentimento – e tô falando de nós duas em todos os itens, cada uma à sua maneira. Não é fácil, mas vale a pena, ô se vale!
E em caso de incêndio ou ansiedade exacerbada, é só lembrar: continue a nadar, continue a nadar…

Obrigada, mais uma vez, por tudo. 
Nossa amizade agora está no mundo real, ainda bem.
Já estamos com saudade e queremos voltar em breve (o Cleber te adorou (quem não, né?), também amou tudo e está animado para uma próxima vez, rs).

Beijo e abraço apertado,
Má e Cleber

Igreja do Bonfim

Pernocas das moças

Amarrando fitinhas juntas

 Sorvete delícia da Ribeira

 Lá no alto do Elevador Lacerda
Comprinhas e outras coisas mais na Casa Jorge Amado 

Pôr do Sol no Solar do Unhão 

Andando no Dique do Tororó
nem tava cheia…

Lá no alto do Farol

Segunda linda na praia

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