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Bonitas somos nós!

Participei, junto com a Agnes, de um projeto fotográfico lindo, da fotógrafa Renata Penna. O projeto é o “Bonita é a mãe!”, que retrata a beleza do corpo pós maternidade. Corpo real, com furinhos, risquinhos, cicatrizes e o que mais for elemento para contar a história daquela mulher.

Foi muito legal participar, e muito importante.

Foi importante me despir ali naquela sala, junto com outras mulheres.
Foi importante fazer isso – um projeto com essa proposta, tão plural – com a minha filha.
Foi importante me permitir.
Foi importante perceber que eu estou me sentindo bem comigo mesma.

Sei que não posso “reclamar” do meu corpo, e nem quero.
Meu biotipo sempre foi esse mesmo. Sou magra, mas com quadril largo, bumbum grande. Sempre tive uma boa relação comigo mesma, mas acho que antes eu encanava mais com celulite, estria, ou coisas assim. Não era neurótica em arrancá-las de mim, mas dependendo da situação podia surgir uma vergonha.
O fato é que eu estou mais de 7 kg mais magra do que eu estava antes de engravidar. Usando números de calça que eu não usava há muitos anos. E eu tenho a impressão de que só estou assim por ter seguido a dieta sem leite, nem derivados, nem traços tão a risca. Porque eu cortei muita coisa do meu cardápio de rotina. Tive que reinventar receitas, descobrir sabores, me contentar com coisas que eu não queria, passar vontades. Foi difícil, no começo. Fiquei 5 meses assim. O que também nem é muito, comparado às mães que fazem isso por anos. Mas é a minha história. Tem também o fato de eu não estar tomando anticoncepcional, que sempre me deixa inchada e retendo líquidos. Foi uma decisão tomada por alguns motivos, mas ganhei esse efeito colateral de brinde, rs. Sem contar a amamentação, claro. E aí você pode pensar que eu não tenho nenhum motivo para me queixar, que muita gente luta para perder os quilos adquiridos na gestação e mais um monte de histórias. Mas quer saber de uma coisa? Todas as pessoas que eu encontro comentam que eu estou mais magra, que meu rosto está mais fino, etc e tal. Algumas falam elogiando? Sim, e obrigada mesmo, de coração. Mas também falam com muita surpresa, quase um susto. Como se fosse uma coisa ruim, como se eu estivesse doente. Juntando esses comentários ao fato de que eu não tenho mais tempo para ficar me olhando no espelho, nem sou cheia das vaidades, confesso que estava me sentindo um pouco pra baixo. Autoestima não andava lá muito em alta.

Daí surgiu a oportunidade de fazer essas fotos e eu, que adoro um ensaio, topei na hora.
E como me fez bem!
Percebi que não tenho mais nenhuma neura com o meu corpo. Já tinha poucas, mas acho que agora não sobrou espaço pra elas na minha vida. Não tenho mais tempo pra elas. Não senti vergonha nenhuma de me despir e fazer as fotos.
Quando vi o resultado fiquei muito feliz. Amei me ver junto com a pequena. Nas nossas bagunças, colos, mamás. E também amei me ver inteira, de corpo a mostra. Poxa, me senti bonita, sim!
Porque eu me reconheci ali. Me reconheço aqui. É o meu corpo real, que comporta as minhas histórias, as minhas dores, delícias e doidices. Não a da moça da capa da revista, nem a da colega, nem da vizinha, ou de quem for. Foi a mim que eu vi e nossa!, como gostei desse (re)encontro. Abriu precedentes para outras descobertas, ainda em andamento, eu diria.

Obrigada, Rê, pela oportunidade e pelo olhar. Fez um bem danado aqui pra mim.

Obrigada, filha, por ter vindo, pela companhia, pela travessia.
Esse meu corpo, definitivamente, não é igual ao que era antes de você vir fazer dele sua morada. E que bom que não é. Porque eu também já mudei um tantão desde que você chegou. Era mesmo preciso uma nova roupagem para esta nova eu. Que bom que temos histórias para contar. E muitas ainda por viver.

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Em fotos

Fizemos umas fotos há duas semanas para registrar a barriga e essa fase que é tão gostosa e que passa voando – sim, nem acabou e eu acho que passou rápido, sou dessas.

Numa manhã de sábado, fomos pro Centro Cultural da cidade brincar de tirar fotos. Sim, somos o casal que faz ensaios em lugares ~diferentes~ simplesmente porque sempre queremos algo com a nossa cara. Nunca é posadinho. E foi bem divertido, eu adoro fazer isso e sempre invento um motivo, hehe – apesar que dessa vez não precisei inventar nada, a Agnes já é motivo mais do suficiente 😉
Ainda não temos todas as fotos, mas vou compartilhar aqui algumas das que já chegaram em doses homeopáticas, para matar a curiosidade dessa gestante ansiosa, rs. 
Por trás das lentes, nossa amiga e fotógrafa Lilian Higa

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31 semanas!

Trinta e uma semanas de Agnes crescendo, linda e serelepe, aqui na pancinha. Ai que amor, gente!!
Tô num love total com a barriga, essa fase é muito gostosa.

Ontem tivemos consulta na Casa Angela e foi bem ótima. Tudo se encaminhando pro parto ser lá mesmo, se Deus quiser. Andei bem confusa quanto a isso, na verdade. Na consulta do mês passado, não curti muito o atendimento, o clima, sei lá, eu não estava na vibe deles. Cheguei a afirmar por semanas que não seria ali que a Agnes nasceria. Daí muita coisa aconteceu, tive uma boa conversa com a Cátia, depois com o Cleber, e por fim com a doula – sem contar todas as sessões de autoanálise que fiz – e fui tentar mais uma vez. Na verdade verdadeira, eu revi e relembrei alguns pontos que pra mim são fundamentais e mudei a perspectiva de alguns fatos. Ajustei a minha ideia de “ideal” com o que me é possível no momento. Deu trabalho, mas estamos caminhando, agora mais leves e mais decididos, ainda bem.
Mas então, como eu ia dizendo, a consulta foi bem legal. Marido estava comigo, fez mil perguntas, participou super. A EO esclareceu tudinho, se mostrou disponível. Enfim, saímos satisfeitos. Meu peso e minha pressão estão ok e Agnes fofinha está linda, cefálica e mexendo bem. Era a EO apalpando a barriga de cá e ela respondendo de lá, haha. Ah, e senti a cabecinha dela apalpando também, depois as costinhas e o bumbum. Pense numa mãe derretida? Fui eu! ❤
Agora as consultas lá serão quinzenais, ai que frio na barriga, rs.

Ah, estamos – marido e eu – trabalhando firme no nosso plano de parto, finalmente! Levaremos já na próxima consulta. Tenho passado várias informações pra ele, que quer estar por dentro de tudo, sabendo todos os limites, nomenclaturas, procedimentos e a coisa toda. Sábado agora começaremos a frequentar os encontros da Casa, cada sábado é um tema. Acho que vai ser bom pra ele também, se envolver nessa parte. Estamos bem unidos e sintonizados, e isso tem sido fundamental pra mim.

De incômodos, o que temos na conta são:
– A digestão a noite está mais lenta. Eu como a mesma quantidade no jantar e parece que comi uma panela de feijoada. O estômago pesa e daí eu fico andando pela casa, pra aliviar, rs. Agora tô aprendendo a comer menos, que é mais fácil, haha.
– O enjoo do café voltou um pouquinho. Tudo indica que café com leite não seja a bebida preferida da Agnes mesmo. Eu ainda tomo, mas bem pouquinho.
– O sono do primeiro trimestre voltou com tudo!! Céus! Eu preciso de uma soneca a tarde para sobreviver. Nem sempre é possível, claro, mas o sono é constante.
– Quando ando muito a barriga pesa, bem embaixo (o famoso “pé da barriga”, rs), junto com um incômodo na lombar. Quando acontece isso é que cai a ficha que realmente minha barriga está grande e que o terceiro trimestre chegou pra ficar, rs.
E é isso. Escrevendo pareceu muito, mas na verdade eu tenho me sentido muito bem. São só coisinhas que vão surgindo mesmo de vez em quando, mas dou um jeito de lidar bem com elas, não forçar, driblar e tudo mais.
Ainda não me sinto imensa, nem muito pesada, dormir também está sendo tranquilo, não estou inchada, nem com azia e, apesar de ir ao banheiro 200 vezes durante o dia, ainda não acordo de madrugada pra isso. Acho que não posso reclamar muito por enquanto, né? Rs…

Fiz o kit higiene dela \o/
Ok, ok. Falta comprar a garrafa térmica, mas isso é bem fácil de resolver, rs. O restante foi tudo reutilizado. Dois vidros de conserva ganharam roupa nova e viraram potinhos para algodão e cotonete, a bandeja eu já tinha, comprei pra minha festa de casamento, depois guardava uns papéis e agora tem outra função, rs.
Fiquei tão feliz. Não tenho foto do conjunto montado bonitinho, mas olha só como ficou o vidrinho de cotonete:

                                        
misturando estampas 

Tenho tido uma constante felicidade em estar grávida. Claro, desde o começo eu fiquei feliz. Mas a sensação (meio doida) que eu tenho, é que parece que vai ficando cada vez mais real com o passar do tempo. Agora que a pequena está maiorzinha, os movimentos mudam e os sinto de um jeito diferente também. Ela está mais presente, digamos assim. E é muito delícia acompanhar e viver isso *—*
Nós conversamos todo dia e está uma lindeza ver como ela curte a presença do pai também.

E claro, junto com isso vem um caso sério de amor pela pança propriamente dita. Na verdade, a minha barriga sempre foi uma das partes do meu corpo que eu mais gosto (as costas também) e agora, que ela está com uma forma redondamente diferente do que sempre foi, continuo in love com ela. Não tive ainda uma fase de me achar diva-linda-maravilhosa-a-mais-mais-de-todas nessa gravidez, mas estou em paz com meu corpo, o que é muito bom também! 😀

E amanhã é dia de registrar essa fase linda, yeees! Quando eu receber as fotos, com certeza venho aqui mostrar pra vocês \o/
Mas, enquanto as fotos profissionais não chegam, fiquemos com uma caseira mesmo 😛

                     
31 semanas de amor ❤

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Tabela de meses e a barriga que só cresce

Oi, gente! Olha eu aqui de novo…

Eu estava lendo o post da Nana, com aquela tabelinha básica que a gente sempre gosta de ter por perto, para converter as semanas em meses de gestação. E aí lembrei que a que eu “sigo” é um pouco diferente daquela, então resolvi compartilhar aqui, pra quem quiser saber.

Na verdade verdadeira, pra mim, Marina, mãe da Agnes (e da bolota), esse negócio de meses é mais para os outros do que pra mim. Como dizem, é só recreativo, pra sanar a curiosidade de quem pergunta. Eu conto só em semanas mesmo. Mas como a primeira pergunta que se ouve é “tá de quantos meses?”, procurei algum parâmetro pra não me perder, rs. Tem quem vai virando os meses na mesma data da DPP ou da DUM, mas como sou meio esquecida, a tabela ajuda a me localizar, rs.
Aqui está a que eu sigo. Quem me passou foi a Mari, do blog Clube da Papinha (beijo, Mari, querida!). Estamos num mesmo grupo de “Mães de Julho/Agosto” lá no face, e ela compartilhou por lá.

a única coisa é que, pra mim e só pra mim, já me sentirei com 9 meses com 38 semanas, porque a partir daí o baby pode chegar quando quiser, né, rs. (apesar que alguns já dão o sinal com 37 e alguma coisa, eu sei. E isso é coisa da minha cabeça mesmo, ninguém precisa saber exatamente o dia, rs). 

Existem várias tabelas; logo se vê que não é uma coisa bem precisa. Mas eu sigo essa porque: a maioria delas muda os meses de 4 em 4 semanas, pontualmente. Só que se todos os meses tivessem 4 semanas certinhas, eles teriam 28 dias, e não 30 ou 31. Marido foi fazendo as contas, de um jeito mais preciso, digamos assim, e super concordou com essa aí.
Outra coisa que pega pra mim é: os pitaqueiro tudo acha que bebê na barriga tem prazo de validade. Ainda mais quando vai chegando perto da reta final, se você está de 36 semanas e responde só que tá de 9 meses, já era. É um tal de “vai passar da hora”, “a vizinha da cunhada do meu tio-avô esperou demais e…” blablablá, zzZZzZZzz. Se você entrar em trabalho de parto só com 42 semanas ou mais, já pensou que saco ter que ficar aturando isso? Aliás, por falar em 42 semanas, a maioria dessas tabelinhas se encerra em 40. Acho meio limitado, levando em consideração que muuuuitos bebês só nascem depois da DPP. Sei lá, acho que vai virando uma coisa meio inconsciente, a gente vai olhando e se baseando nelas, será que a ansiedade não aumenta no final também por isso? Pensando nisso tudo, eu prefiro essa tabela, que vira os meses com mais semanas e, espero, me garanta uns dias a mais de paz no final da gravidez.
Ah, sem mencionar o fato de que eu já acho que o tempo tá passando tão rápido, se eu for considerar as outras, a gravidez acaba mais cedo ainda, haha. Tô gostando de prolongar a brincadeira, mesmo que só de faz de conta.

E por falar em tempo (só falo disso ultimamente, tô sabendo), ontem marido tirou uma foto minha antes de dormir e, quando eu vi, quase caí pra trás de susto. GENTE! Que tamanho de barriga é esse?
Confiram com seus próprios olhos:


Juro que acho que o meu celular distorceu tudo, hahaha. Fiquei pedindo pra ele tirar outras, porque não estava acreditando, rs.
Daqui do meu ponto de vista, ela está menor (e pra falar a verdade, coloquei esse filtro PB pra dar uma amenizada, haha). Claro que de noite sempre está maior (depois de todas as comilanças e retenções de líquido do dia), e se eu estivesse em pé e/ou ele em outro ângulo, o resultado seria outro, um pouco diferente desse. Mas mesmo assim, me achei super redondinha, haha. Não quero nem ver a balança na próxima consulta, acho que vou falar pra Catia que podemos pular essa parte super desnecessária, kkkkkkk.
Mas falando sério agora, estou totalmente in love com a barriga. Hoje completamos 28 semanas, dá pra acreditar? É muito delícia sentir os movimentos dela, que já estão ficando diferentes de novo, dá pra perceber que ela cresceu mesmo e talvez esteja de cabeça pra baixo, ou quase assim, porque ando sentindo umas coisinhas aqui perto do estômago que acho que são pézinhos, hehe. Conversamos bastante, papai, ela e eu, e é sempre uma festa, de ambos os lados, rs. Muito louco isso de saber que nossa família ganhará (já ganhou) mais uma integrante, e que a partir de julho o planejamento de tudo será feito pra três.
Tô adorando estar grávida, de verdade. Como bem disse a tia Ni: é um amor que enche a barriga! ❤ ❤

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18 semanas e o meu bem-estar

Entramos hoje na 18° semana de gestação.
E isso significa o que, senhoras e senhores? Ultrapassamos o limite, o fantasma das 17 semanas e daqui pra frente é tudo, realmente, novidade \o/ Não que já não estivesse sendo, porque foi tudo muito diferente da outra gravidez, desde o comecinho do comecinho. Mas daqui pra frente é tudo completamente novo e eu tô animada para viver tudinho.

Nas semanas anteriores eu cheguei a pensar que ficaria ~meio assim~ quando chegasse a semana 17, uma tristezinha ou um medinho, sei lá. Adivinhem? Não aconteceu. Fiquei uns dois dias mais calada, introspectiva, cheguei a pensar no assunto, mas me dei conta de que não estava com medo, não era nada relacionado a esse bebê, era só uma brisa leve do que passou. Seguimos adiante e aqui estamos.

E como eu me sinto?
Ótima!!
Sem sintomas chatos, sem reclamações. A única coisa que tá pegando é o calor e, por conta disso, pés um pouquinho inchados no fim da tarde, mas não acho que esteja mais difícil pra mim do que pra todo mundo. Essa semana eu li dois textos sobre como é muito mais fácil reclamar da gravidez do que se sentir bem com ela. E é verdade. Sempre que alguém pergunta como estamos, a resposta esperada, muitas vezes, já é uma queixa, um desconforto. É claro que eles existem, são muitas mudanças ocorrendo de uma vez só, a gente não tá acostumada, às vezes enche o saco mesmo, mas não acho legal focar só nisso. E toda a mágica que estamos fazendo dentro de nós? Existe muita beleza na gravidez, literal e poeticamente, sempre achei isso e estou adorando vivenciar esse processo. Sim, eu sou a pessoa que sempre vai buscar um lado lindo em tudo, agora mais do que nunca, tanto que sempre tratei meus sintomas chatinhos com respeito e não apenas esbravejando o quanto eu os detestava. Sempre tentei entender o que eles queriam me dizer, a talvez diminuir me ritmo, ou rearrumar alguma coisa na rotina, ou aqui dentro. Tenho aprendido muito, essa é que é a verdade.
Além do mais, tenho me sentido muito bem comigo mesma. Não digo tanto pela aparência, mas sinto meu corpo trabalhando tão direitinho, tão em sintonia, que não tem como não me sentir bem.
E esses dias eu estava pensando em como é bom poder viver isso no meu ritmo, sem a pressão, todo dia, do que acontece lá fora, ou de um local externo de trabalho, por exemplo. Quando estou cansada eu respeito, quando a coisa agita eu vou junto. E isso não tem preço. Poder sentir e entender o que o meu corpo ou a minha mente estão me pedindo é fundamental pra mim.

Estou bem disposta, meus cabelos deram uma boa crescida, apesar de eu precisar dar um jeitinho nele, minhas unhas que quebram com uma super facilidade agora não quebram mais. Minha pele não está 100%, mas não ligo muito pra isso nesse momento. Minhas roupas decidiram que era uma boa hora para não servirem mais em mim, e tenho feito uns malabarismos para inventar novas combinações, muito legal essa parte, fico feliz quando um vestido não fecha mais, rsrs.

Tá uma delícia acompanhar a barriga crescer. Apesar de, às vezes, eu achar que ela deu uma boa crescida, outras vezes é como se ficasse estacionada  semaaanas no mesmo lugar.
Faço massagem com óleo todos os dias, e essa é uma das partes que eu mais gosto.
E agora as leves coisinhas que eu sentia (leia:se: pequenos movimentos tímidos da dona moça aqui dentro) estão se tornando movimentos mais perceptíveis. Todo dia já acontece, mais de uma vez por dia. E adivinhem? Ontem marido sentiu também!! Ain, que gostoso dividir isso com eles, né?! Eu estava deitada no sofá e senti, coloquei a mão dele em cima e, de repente, ele sentiu também, ficou todo bobo, rs.

Ou seja, as coisas estão indo muito bem do lado de cá, graças a Deus. Não perfeito, claro que tem umas coisinhas ainda para serem colocadas em seu devido lugar, mas não era sobre isso que eu queria falar hoje, e elas não tiram a graça, nem roubam a cena do que ando vivendo 🙂

E é isso.
Que venham mais e mais semanas de bem-estar.

Fica de registro duas fotos de ontem. A pança é do mesmo tamanho, juro, algumas roupas é que disfarçam mesmo, haha.

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Carta do dia: 16 semanas de você

Bebê,
faz pouco mais de 16 semanas que estamos juntos, coladinhos um no outro.
Eu sinto que a gente se conhece cada dia um pouquinho mais, num tempo que é difícil de explicar para outras pessoas, de tão nosso que é.
Simplesmente fico apaixonada quando sinto suas leves mexidinhas, ainda tímidas e só de vez em quando, sentidas aqui desse lado. Minhas mãos tem estado em contato constante com a barriga, tenho sentido essa vontade de te dizer que o carinho será irrestrito aqui fora também, e parece que você tem gostado.

Você sabe, às vezes a mamãe fica nervosa e chora um pouco, colocando pra fora o que ela não consegue expressar naquele momento – tal qual você fará assim que chegar aqui desse lado da vida. E tudo bem, bebê, chorar é natural, e mais natural ainda é termos nossas lágrimas amparadas por quem amamos e confiamos (e pode ser por qualquer coisa, você se lembra quando chorei porque não conseguia comer e estava com fome, né?). Algumas vezes, nem a gente entende direito o porquê daquilo, mas um colinho é sempre bom, por via das dúvidas.
Outras tantas vezes, em maior quantidade, ainda bem, mamãe sente uma tranquilidade tão grande, você sente também? Ontem mesmo aconteceu, em algum momento no meio da tarde, sentada no sofá, eu percebi o quanto estava bem e o quanto você aqui dentro tem a ver com isso. Foi só um insight, mas foi bem vivo e percebi nitidamente sua participação nesse processo todo.

Assim como você escolheu quando viria morar aqui dentro de mim – só isso explica o fato de eu ter surtado de um dia pro outro, querendo parar a contracepção a qualquer custo (e aconteceu mesmo, poucos dias depois), também terá a liberdade de nascer quando for o seu momento, e assim por diante. Aqui em casa respeitamos muito o tempo particular de cada um, sempre – temos uma boa rotina, somos bem felizes e as coisas têm fluído muito bem nesse esquema, então continuaremos assim por tempo indeterminado. É muito importante perceber e respeitar esse tempo só nosso, e tenho certeza que será uma delícia (mas não menos cansativo, por vezes) descobrir o seu.

Ainda não sabemos se você é menina ou menino. Tem gente que diz que é um, tem gente que diz que é outro. Seu pai e eu estamos sem um palpite fortíssimo, sem aquela “certeza”. Talvez porque saibamos que teremos muito tempo para nos conhecermos. Talvez porque isso simplesmente não importe, visto que o amor que sentimos é destinado a você, não ao seu gênero. E quando perguntam pro seu pai o que ele “prefere”, ele diz que não importa, porque na verdade é você quem vai escolher melhor quando crescer. Você vai entender melhor mais adiante, hoje as pessoas arregalam os olhos quando ele diz isso. Saiba desde já que seu pai é raro, bebê, mas creio que isso você já tenha percebido. 
Mas toda nossa falta de palpites em relação a esse assunto não significa que só saberemos quando você nascer, nem que não bata uma curiosidade por vezes, nem que estejamos desligados disso. Na verdade, em breve teremos a confirmação, mas sobre isso eu vou dizer numa próxima oportunidade. De qualquer forma, acho que já chegamos num consenso sobre os possíveis nomes e, ao que tudo indica, você não se opôs, pelo menos por enquanto. 

Tenho tantas coisas para registrar e te dizer, mas vamos aos poucos, que é como funciona conosco. Estamos começando a arrumar as suas coisinhas, planejando compras e preparando o coração (em breve, a casa também). Tudo para sua chegada. Seus avós estão super presentes e adorando esse movimento.

Prometo escrever com mais frequência para termos o registro, visto que isso e o que ainda virá são fruto das nossas conversas. Sei que você sente, e obrigada por me ouvir.

Um cheirinho e um chamego bem gostosos,
mamãe.
Nós, quinta-feira da semana passada. Click do papai.

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15 semanas

15 semanas e 3 dias de amor!!

Tudo muito bem aqui com a gente, graças a Deus 🙂
Ontem, acordei e minha barriga tava dura e “amontoada” do lado direito. Posso com isso, produção? A pessoa mal tem tamanho e já prefere um lado da barriga, haha. Adorei sentir. Ou melhor, quando coloquei a mão a primeira vez assustei, mas depois foi legal, marido também sentiu. E aos poucos foi “voltando pro lugar”, rs.
Sentir mexer ainda não rola. Sinto umas coisiquinhas leves vez ou outra, mas ainda não dá pra dizer que é baby-baby.

Hoje acordei animadíssima e fiz uma faxina na minha mesa, que tava realmente necessitada, rs. Liberei um monte de espaço e separei algumas coisinhas que já tenho pra dar uma “repaginada” pro baby. Tô animada!
E depois que terminei, vi que tinha um caderno livre, sem uso, todo borocoxô. Fiz o que? Peguei papel, fita, tecido, tesoura e cola e dei uma carinha nova pra ele e tcharammm… agora temos um caderno exclusivo para assuntos gestacionais e bebezísticos. Tá simples, sem muito frufru, mas eu gostei. Falta só alguns poucos ajustes e depois posto foto; mas não aguentei e já comecei a escrever, hehe.

Já viram que essa semana começou animada, né?! Pois é. Tô realmente com mil coisas na cabeça, espero colocar tudo em prática, ou pelo menos boa parte.
Mas nem tudo são flores, minhas caras, não se enganem.

Hoje apareceu aqui pra me visitar uma dorzinha chata de estômago, um pesinho estranho. Não gostei.
Depois fiquei pensando, será que pode ser um princípio de azia? Nunca senti azia antes, não sei exatameente como é. Bom. Espero que essa visita não se prolongue eternamente, que me dê pelo menos alguns dias de sossego.

E eu descobri uma coisa. Tá, mentira. Dei nome pruma coisa que tô sentindo.
Pico de crescimento gestacional. pra frente e pros lado, só se for
hahaha
Hoje eu não pude ficar num intervalo maior de duas horas sem comer, acreditam nisso?
Na hora do almoço, quando já tava me preparando pra ir pra cozinha, me veio uma ânsia tão forte, achei que fosse vomitar. Não ia dar pra aguentar esperar esquentar comida + colocar no prato, a coisa tava urgente e feia mesmo. Comi uma bolachinha doce pra enganar e deu. E assim foi durante todo o dia. Um hiato maior e logo vinha a sensação ruim no estômago (sim, aquela que já citei ali em cima) e não dava pra deixar pra depois. Aff, que coisa difícil. Ainda bem que tinha uva, melancia… as frutas sempre me salvam.
Mais uma vez eu penso nos bebês e o quanto eu preciso me lembrar de ter paciência e empatia, porque olha, se falando, raciocinando e sendo responsável pelos meus atos não é fácil, imagina pra eles, né?!

Mas enfim, vamos em frente ver o que me espera.
E como prometido, foto da barriga \o/ – clicada ontem, super atual, rs.

Baby-baby e eu curtindo um showzinho na praça 🙂 (tô séria na foto mas juro que tava muuuito animado, rs).

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Grande encontro

O encontro mais maravilhoso do ano aconteceu nesse último fim de semana: conheci, pessoalmente, a amada, salve-salve: Nana, a Louca do Bebê \o/
Gente, cêis num tem noção do quanto foi lindo, mágico, purpurinas por todos os lados. Quer dizer, vão ter noção, sim, agorinha mesmo, porque vamos contar tudinho (postando ao mesmo tempo, para não sermos influenciadas pelo texto uma da outra, né amiga? haha).

Das coisas que bolota me ensinou: a amizade transcende o mundo virtual.
Tudo isso aqui que a gente chama de blogosfera e redes sociais são muito reais, sim, e pode nos trazer surpresas deliciosas.
A Nana acompanha a minha história desde o começo, foi inspirada nela, inclusive, que criei esse puxadinho aqui. Nos aproximamos bastante, conversamos muito, nossos papos são sempre construtivos pra mim. Ela é uma boa amiga, daquelas que a gente pode contar sempre, na alegria e na tristeza, e eu confio muito nela. E então, lá em agosto, quando soube do ocorrido, ela me ligou e, dentre outras coisas, convidou Cleber e eu para irmos passar uns dias em sua casa. Gente, que coisa mais linda essa! Fiquei emocionada quando ela me fez o convite, de verdade. Um gesto tão lindo de amizade, de confiança, de tanta coisa. Na época, tudo o que eu queria, realmente, era viajar, espairecer, respirar outros ares, mas não dava para ser de imediato, pois meu repouso não permitiu – o que não me impediu de não só aceitar o convite, como ficar pensando sempre nisso. Depois de algum tempo, decidimos ir agora em outubro. Dia 28, segunda, foi dia do funcionário público (leia-se: ponto facultativo) e, apesar de não ser um efetivamente, marido trabalha prestando serviço pro Estado, então teria essa folguinha. Compramos as passagens de avião, acertamos tudo com ela, e aí foi só esperar o dia chegar. E vou contar uma coisa pra vocês: fazia um tempinho que eu não sentia uma ansiedade assim por uma viagem. Ficava pensando mil coisas, como seriam nossos dias e tal. E foi tudo melhor do que o imaginado, se me permitem dizer.

Chegamos em Salvador na sexta à noite, e ela estava lá, nos esperando no desembarque. “Ela existe mesmo!” foi a frase que saiu de nossas bocas assim que nos abraçamos. Pense numa pessoa feliz por estar ali? Eu! \o/ Comemos um cachorro quente delícia já em sua casa e ficamos, nós três (o marido dela está viajando) conversando até altas horas, já era madrugada quando fomos todos dormir.
Aqui devo dizer que a Nana é uma super mega blaster anfitriã. Nos recebeu muitíssimo bem, fez com que nos sentíssemos realmente em casa. E uma guia turística de primeira, também. Fizemos um roteiro intenso, digamos assim, conhecemos praticamente tudo nos 2 dias e meio que ficamos lá.
Por ordem cronológica: Igreja do Nosso Senhor do Bonfim, com direito a rezar juntas e amarrar fitinhas na grade juntas. Almoço num lugar super gostosinho que esqueci o nome, com vista pro mar – ou, o dia em que comi moqueca de camarão pela primeira vez e amei. Sorvete da Ribeira – delicioso mesmo, preciso dizer. Mercado Modelo, que eu acabei nem voltando depois para falir o meu bolso comprando tudo que achasse pela frente fazer mais comprinhas; ou seja, mais um motivo pra voltar depois, hehe. Elevador Lacerda. Pelourinho, lindo, animado, colorido, com uma energia incrível. Fundação Casa de Jorge Amado – apenas amei esse lugar. Teve uma visita numa galeria de fotografia no Pelourinho também, bem linda. Pôr do Sol no Solar do Unhão, maravilhoso, com show de jazz depois, muuuito bom. Isso no primeiro dia. No domingo, Dique do Tororó, sentados na grama e depois indo atrás de um saco de pipoca, que eu não descansei enquanto não comi, haha. Depois andamos pela praia da Barra, lotada, almoçamos num outro restaurante com vista pro mar (pense como tava ficando chato? rs), fomos ao Museu Náutico que tem no Farol, muito legal, e também subimos lá em cima e assistimos um pôr do sol de aplaudir (literalmente) depois – ou, o dia em que eu morri de medo de descer aquela escadaria porque tenho medo de altura e os degraus são pequenos, haha. À noite, ida estratégica ao bairro Rio Vermelho para comer acarajé a abará, também pela primeira vez (e gostei mais de acarajé, a quem interessar possa, rs). Tudo isso com aulas de história e conhecimentos gerais, porque a baiana em questão sabe tudo, minha gente. Na segunda ela tinha que ir trabalhar, então marido e eu fomos à praia e almoçamos sozinhos. À tarde, aeroporto, e casa.

E eu não sei como, mas fizemos tudo isso sem correria, nem confusão. Simplesmente os dias foram fluindo. Deve ser efeito da Bahia, o tempo rende por lá. Porque nesses intervalos ainda teve cafés da manhã conversando tranquilamente – sobre parto, escolhas, empoderamento, rá! rs. Boas noites de sono. Filme, beijinho (que minha mãe fez e levei pra ela), abraços, histórias, músicas no carro, muitas risadas. Ai, tanta coisa. Foi tãããooo bom! Escrevendo esse texto e editando as fotos deu uma saudade danada.

E sim, gente, ela é real. Linda, elegante, inteligente, boa pessoa… Tá, falando assim parece que não é real, mas juro que é, haha. Fizemos fotos das nossas pernocas pra dividir especialmente com vocês (marido foi nosso fotógrafo oficial). Sabe tudo isso que ela é no blog, no face, no e-mail? Querida, atenciosa, bem humorada, e mais todas as coisas que a gente já sabe? Então. Existe mesmo, numa pessoa de carne, osso e dedicação. Resumindo muito resumidamente: é daquelas pessoas que a gente quer ter sempre por perto, sério mesmo. Não queria falar demais, pra não ficar puxando o saco, rs, mas é que realmente foi um presente conhecê-la “no mundo real”.

E só umas palavrinhas pra ela, antes das fotos…

Nana,
não tenho palavras para agradecer os dias lindos que você nos proporcionou aí em sua casa. Eu ainda não sei descrever (mas quando souber vai nascer outro texto, aguarde) o bem que essa viagem me fez. Sei que foi grande, que foi importante, que mudou alguma coisa de lugar aqui dentro – ou melhor, colocou alguma coisa em seu devido lugar aqui dentro. Você pode nem saber, mas aprendi muito nesses dias aí na Bahia. Poder te conhecer de pertinho me fez te admirar ainda mais, saiba disso (ainda mais que era fim de ciclo, e o jeito que você lidou com isso só me fez pensar que você está no caminho certo, já deu certo!, porque tudo isso é parte do caminho, e você o está trilhando lindamente). E me fez entender e gostar ainda mais dessa coisa de ser quem a gente é. Com controle, com entrega, com ansiedade, com sentimento – e tô falando de nós duas em todos os itens, cada uma à sua maneira. Não é fácil, mas vale a pena, ô se vale!
E em caso de incêndio ou ansiedade exacerbada, é só lembrar: continue a nadar, continue a nadar…

Obrigada, mais uma vez, por tudo. 
Nossa amizade agora está no mundo real, ainda bem.
Já estamos com saudade e queremos voltar em breve (o Cleber te adorou (quem não, né?), também amou tudo e está animado para uma próxima vez, rs).

Beijo e abraço apertado,
Má e Cleber

Igreja do Bonfim

Pernocas das moças

Amarrando fitinhas juntas

 Sorvete delícia da Ribeira

 Lá no alto do Elevador Lacerda
Comprinhas e outras coisas mais na Casa Jorge Amado 

Pôr do Sol no Solar do Unhão 

Andando no Dique do Tororó
nem tava cheia…

Lá no alto do Farol

Segunda linda na praia

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17 semanas e uma mudança no visual

Entramos hoje na 17º semana de gestação.
Na semana passada fez um frio tenebroso aqui em São Paulo, e eu fiquei meio jururu. E isso é um pouco curioso, porque apesar de gostar de sol e dias azuis desde sempre, me sentia muito bem nos dias cinzas, nunca foi um problema. Ano passado, inclusive, eu me sentia ainda mais inspirada para escrever quando chovia. Adorava mesmo! Gostava de passear em dias de garoa, de ir ver a vida acontecendo, apesar de qualquer coisa. Não sei se é da gravidez, mas esse ano não gostei do frio, não. Bom, Bolota vai nascer no auge do verão, né, vai ver é isso. E dizem que grávidas sentem mais calor… esperei isso semana passada, e não rolou. Minha mente deu uma travada básica, não quis sair de casa, fiquei bem introspectiva mesmo.
Mas aí, para a alegria desta que vos escreve, nesta semana que passou o sol voltou a brilhar e eu voltei a ser gente  ao normal.

Meu plano era voltar pro yoga agora, já que o frio cansaço e a fase casulo passaram, mas não achei mais vaga no Sesc, que é onde eu pago bem mais barato. Lá na Casa Angela tem uma turma todos os sábados, vou ver se me encaixo lá. Verei isto na próxima quinta, na minha consulta mensal. Mas se não rolar por qualquer motivo, me viro aqui em casa mesmo – e aja disciplina (essa coisa de exercício em casa nunca funcionou comigo).

Na quarta-feira, radicalizei e cortei meu cabelo bem curtinho.
No fim do ano passado eu também cortei curto, mas acho que dessa vez foi um pouquinho mais. E essa é a prova máxima de que eu confio muito no meu cabeleireiro: ele me pergunta “quanto a gente vai cortar, Má?” e eu respondo “ah, Thi, pode cortar, o tanto que for necessário”, haha. Estou com ele desde 2007, e somente ele mexe no meu cabelo, ninguém mais. E uma manhã num salão onde os profissionais são super animados faz um bem danado. Saí de lá renovada e ainda passei a tarde com a minha prima e o meu sobrinho, rindo e conversando um pouco.

Na quinta foi dia de desvirtualizar.
Conheci pessoalmente a Dani e foi ótimo o nosso almoço.
E aí a gente percebe que esse carinho todo que ganhamos quando temos um blog é real mesmo. Não que um dia eu tenha pensado que não fosse, não é isso (aliás é bem o oposto, sinto um carinho enorme por tudo isso aqui, e é quase palpável), mas sentir isso num abraço, num papo ao vivo é muito gostoso. Adorei, Dani, vamos repetir muito, hein! 🙂

Dani, eu e meu cabelo novo.

E teve uns dias em que eu estava achando a minha barriga pequena. Ou melhor, não pequena exatamente, mas mole. Sabe, eu achava que 16 semanas já era semana o suficiente para dar um ar mais gravídico à minha pança. Me enganei, tchon, tchon, tchooonn…

Em pé é uma lindeza – e quando estou passando creme em frente ao espelho, por exemplo, realmente percebo uma diferença na parte de baixo, maior, mais firme e tal. Mas quando eu me sento, ainda dobra um pouquinho, entendem como é? Fico me achando mais gorda que grávida. E quando me deito, some quase tudo, rs. Daí, desde ontem estou percebendo que está ficando ainda mais durinha e arredondada. Pensem numa pessoa feliz? Sou eu olhando pra minha barriga, haha.

Aliás, por falar nisso, e por falar no meu encontro com a Dani, justamente no dia do nosso almoço (01 de agosto, para eu não me esquecer), tive certeza mesmo que senti Bolota mexendo aqui dentro. Ai que delícia isso, minha gente! Eu já tinha tido essa impressão antes, mas agora acho que é pra valer mesmo! A parte não-romântica da história é que foi dentro do ônibus o tal momento, mas isso é só um detalhe, não é mesmo? E no dia seguinte, ou seja, ontem, senti de novo, umas duas vezes. É algo realmente bem levinho, quase borboletinhas voando, ou como se alguém passasse os dedos na minha barriga de leve, mas do lado de dentro.

Vejam só como estamos:

16 semanas e 5 dias de Bolota

Os próximos dias prometem! Tem consulta de pré-natal, tem estreia do filme ‘O Renascimento do Parto’, tem o aniversário da minha pessoa (no mesmo dia da estreia do filme, own!) e ainda tem dia dos pais! Ou seja, voltarei algumas vezes com mais trololó. 
Beijo em todo mundo. Até lá!

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12 semanas

Meus dedos estão impossíveis de serem controlados, não param um minuto. Então me animei e sigo escrevendo um post por dia até quando der, rs!

Ontem entramos na 12° semana. Que sentimento delícia saber que passamos pela fase mais frágil. Com alguns contratempos, sim, mas Bolota é forte e mamãe tá se comportando super bem, ouvindo direitinho o que o corpo dela diz e treinando desde já seu instinto.

Agora eu sou uma pessoa mais disposta, ieba!!
Acordo cedo, faço o café, ponho uma mesa bem bonita, depois já tiro tudo e enquanto marido toma banho, eu já lavo a louça (que sempre tem algo da noite anterior), arrumo a cama e separo o lixo pra descer. Animação total, haha! Porque antes era: levantava da cama, migrava pro sofá e daí pra mesa, depois voltava pro sofá e ia me arrastando pelos afazeres do dia, sem muito ânimo. Mas mesmo estando animada de novo, depois que marido sai pro trabalho tenho que dar uma parada, porque eu realmente me animo, então meu corpo já me lembra que não estou mais sozinha, daí vou dar uma atenção só pra Bolota. 
Em compensação, a dor nos seios voltou. Não tive muito problema com isso no começo, doía pouco. No entanto, hoje eu acordei com uma clara sensação: passei a noite inteira rolando pela grama. É a unica explicação. Quem já brincou na grama por um tempinho sabe que é só se levantar para a coceira chegar junto. Eu tinha um quintal gramado na minha casa em Minas, não vou me esquecer dessa constante em minha vida tão cedo, rs. Hoje coçava tanto e doía que eu tive que passar um monte de creme. Agora passou a coceira, mas tá meio pesadinho, sabe? Tenho a vaga impressão que terei estrias nos seios, só espero que não sejam muitas. Genética pra isso eu tenho um pouco, e eles realmente eram pequenos, não sei se vão aguentar tanto crescimento repentino sem uma marca. Mas nem com isso eu tô preocupada, sinceramente.
Já faz umas duas semanas que estou com uma vontade nova: fazer tudo que eu tenho direito pra decorar o cantinho da Bolota e pro pseudo-chá-de-bebê (até parece que vai ser chá: eu odeio chá, haha). Ainda não comecei efetivamente, pois estou definindo o que vou fazer, dentre tantas opções. Mas tudo indica que vou me transformar na louca do DYI (com a licença do apelido, viu Nana). Já comprei papel de origami e ando treinando um pouquinho, mas preciso ainda comprar uns tecidos e papel de scrapbook. Muitas ideias, muitos planos…

Seguimos com o repouso. Segunda eu tenho uma consulta com a médica que, tudo indica, será meu plano B. E dia 08/07 (na ooutra segunda), mais uma na Casa Angela. E antes dessa última, provavelmente vou repetir o exame de glicose, pra ver se me livro daquele maldito exame da curva glicêmica. Oremos!

Uma foto bem tosca, só pra mostrar rapidinho como tá a barriga.

marido falou pra tirar esses jornais do fundo da foto, mas fiquei com preguiça, haha
e essa mini manchinha, que só reparei agora, é do espelho, e não da minha barriga, rs
Eu acho tão fofas essas roupinhas que tem um bichinho no bumbum. E adivinha o que ganhei essa semana? Com touquinha e tudo! 
Quem vai ser a Bolota ursinho(a) mais fofo desse mundo de mamãe? 🙂

Beijo, gente!
Acho que amanhã volto de novo, rs!

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