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13 semanas e uma afilhada linda

Completamos 13 semanas de amor!
Posso dizer que essa semana os incômodos praticamente sumiram #todascomemora. Quase nadica de nada de enjoos – só aparecem de vez em quando pra me lembrar quem é que manda aqui, haha.
O calor que faz nessa cidade (no país, em todo lugar) está demaaais da conta. Fico imaginando que pras grávidas de barrigão não deve tá nada fácil – pra mim, pelo menos, com uma mini-barriga, não está, rs. Apesar disso, até que meus pés não tem inchado, o que já é bem bom.

Aquilo que eu senti no fim de semana realmente foi embora. Tanto que nem pensei mais em antecipar o ultrassom nesses dias e me surpreendi quando me dei conta de que o exame “já é” na próxima terça. Se fosse pra esperar mais seria tranquilo. Vai entender a cabeça de uma gestante… rs. Mas é na terça mesmo, não tem como ser depois porque eu já vou estar no limite do que pedem, então, depois disso com certeza venho aqui contar como foi o nosso encontro pela telinha.

Como eu comentei em outro post, minha afilhada, que tem 5 anos, está passando uns dias aqui em casa (serão 15 dias, no total) e está indo tudo bem. Bem cansativo. Ela é uma criança tranquila no quesito ficar longe dos pais, mesmo sendo a primeira vez que isso acontece na vidinha dela, não está dando trabalho nenhum. É muito carinhosa. Beija, abraça, quer – e faz – carinho. E adora fazer cócegas na minha barriga e dizer que “a priminha” está rindo e gostando. Ain, morro de amor! rs. Ela conversa com o bebê, faz perguntas. Na sexta eu contei pra ela que o bebê tá dentro d’água, se refrescando nesse calor, e ela ficou surpresa mas logo concluiu que “a bolha” no qual o bebê está dentro é pra proteger. E acredita que tudo que eu como vai direto pro bebê (meio que literalmente, no caso, porque ela descreve o bebê mastigando e gostando, haha).
Fala mais do que uma matraquinha, tem um “causo” pra tudo e pra nada (no caso do nada, é pra tentar te enrolar quando quer ganhar um tempinho mesmo, rs). E um sotaque nordestino que eu adoro!
Mas não se deixem enganar pela carinha de anjo e vozinha fina, viu? A criança é fogo, minha gente. Fogo na roupa, na casa, nos cabelos, no prédio. Tem que ter uma dose extra de paciência – o que me falta, algumas vezes, porque os hormônios estão em ebulição aqui dentro, uma loucura total.
Por causa desse ritmo mais frenético, juntando com o calor que fez essa semana, chega o fim do dia eu quero mais é cair na cama e por lá ficar – de preferência com um ventilador na minha cara. Vocês fazem isso? Nem eu, hahaha. De noite a menina pega fogo, ainda tô procurando o botãozinho que desliga essa máquina. Haja imaginação pra entreter e depois desacelerar esses pequenos!…
Então assim, nem sempre é fácil, mas posso dizer que é beem gostoso. Vou sentir falta quando ela for embora.

Helena e eu. Dizem que é a minha cara, rs…
E a pança? Continua crescendo, firme e forte, haha. Quer dizer, não acho que esteja enooorme, mas já dá pra aparecer um pouquinho – embora não o suficiente pra me fazer pegar as filas preferencias, ainda, haha. 
Eu a sinto durinha desde o início, no baixo ventre. Mas só agora tá ficando mais redondinha, com carinha de barriga de grávida mesmo; e o peso vai mudando também. E sinto que ela fica maiorzinha e (ainda) mais dura/firme no final da tarde, é uma delícia! 
Olhem só como estamos…
Estamos crescendo, gente! \o/
E é isso, minha gente. Na terça (ou na quarta) eu volto com notícias do ultrassom. 
Uma semana linda pra nós \o/
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17 semanas e uma mudança no visual

Entramos hoje na 17º semana de gestação.
Na semana passada fez um frio tenebroso aqui em São Paulo, e eu fiquei meio jururu. E isso é um pouco curioso, porque apesar de gostar de sol e dias azuis desde sempre, me sentia muito bem nos dias cinzas, nunca foi um problema. Ano passado, inclusive, eu me sentia ainda mais inspirada para escrever quando chovia. Adorava mesmo! Gostava de passear em dias de garoa, de ir ver a vida acontecendo, apesar de qualquer coisa. Não sei se é da gravidez, mas esse ano não gostei do frio, não. Bom, Bolota vai nascer no auge do verão, né, vai ver é isso. E dizem que grávidas sentem mais calor… esperei isso semana passada, e não rolou. Minha mente deu uma travada básica, não quis sair de casa, fiquei bem introspectiva mesmo.
Mas aí, para a alegria desta que vos escreve, nesta semana que passou o sol voltou a brilhar e eu voltei a ser gente  ao normal.

Meu plano era voltar pro yoga agora, já que o frio cansaço e a fase casulo passaram, mas não achei mais vaga no Sesc, que é onde eu pago bem mais barato. Lá na Casa Angela tem uma turma todos os sábados, vou ver se me encaixo lá. Verei isto na próxima quinta, na minha consulta mensal. Mas se não rolar por qualquer motivo, me viro aqui em casa mesmo – e aja disciplina (essa coisa de exercício em casa nunca funcionou comigo).

Na quarta-feira, radicalizei e cortei meu cabelo bem curtinho.
No fim do ano passado eu também cortei curto, mas acho que dessa vez foi um pouquinho mais. E essa é a prova máxima de que eu confio muito no meu cabeleireiro: ele me pergunta “quanto a gente vai cortar, Má?” e eu respondo “ah, Thi, pode cortar, o tanto que for necessário”, haha. Estou com ele desde 2007, e somente ele mexe no meu cabelo, ninguém mais. E uma manhã num salão onde os profissionais são super animados faz um bem danado. Saí de lá renovada e ainda passei a tarde com a minha prima e o meu sobrinho, rindo e conversando um pouco.

Na quinta foi dia de desvirtualizar.
Conheci pessoalmente a Dani e foi ótimo o nosso almoço.
E aí a gente percebe que esse carinho todo que ganhamos quando temos um blog é real mesmo. Não que um dia eu tenha pensado que não fosse, não é isso (aliás é bem o oposto, sinto um carinho enorme por tudo isso aqui, e é quase palpável), mas sentir isso num abraço, num papo ao vivo é muito gostoso. Adorei, Dani, vamos repetir muito, hein! 🙂

Dani, eu e meu cabelo novo.

E teve uns dias em que eu estava achando a minha barriga pequena. Ou melhor, não pequena exatamente, mas mole. Sabe, eu achava que 16 semanas já era semana o suficiente para dar um ar mais gravídico à minha pança. Me enganei, tchon, tchon, tchooonn…

Em pé é uma lindeza – e quando estou passando creme em frente ao espelho, por exemplo, realmente percebo uma diferença na parte de baixo, maior, mais firme e tal. Mas quando eu me sento, ainda dobra um pouquinho, entendem como é? Fico me achando mais gorda que grávida. E quando me deito, some quase tudo, rs. Daí, desde ontem estou percebendo que está ficando ainda mais durinha e arredondada. Pensem numa pessoa feliz? Sou eu olhando pra minha barriga, haha.

Aliás, por falar nisso, e por falar no meu encontro com a Dani, justamente no dia do nosso almoço (01 de agosto, para eu não me esquecer), tive certeza mesmo que senti Bolota mexendo aqui dentro. Ai que delícia isso, minha gente! Eu já tinha tido essa impressão antes, mas agora acho que é pra valer mesmo! A parte não-romântica da história é que foi dentro do ônibus o tal momento, mas isso é só um detalhe, não é mesmo? E no dia seguinte, ou seja, ontem, senti de novo, umas duas vezes. É algo realmente bem levinho, quase borboletinhas voando, ou como se alguém passasse os dedos na minha barriga de leve, mas do lado de dentro.

Vejam só como estamos:

16 semanas e 5 dias de Bolota

Os próximos dias prometem! Tem consulta de pré-natal, tem estreia do filme ‘O Renascimento do Parto’, tem o aniversário da minha pessoa (no mesmo dia da estreia do filme, own!) e ainda tem dia dos pais! Ou seja, voltarei algumas vezes com mais trololó. 
Beijo em todo mundo. Até lá!

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