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Fast food de viagem

Pronto, agora acho que encerro a fase monotemática de viagem, rs.

Como manter uma alimentação razoavelmente adequada numa viagem de carro com um bebê de 1 ano? Aqui fizemos assim.

Para a ida (São Paulo – Aracaju) estávamos bem abastecidos.

Preparamos em casa muitos sucos naturais, congelamos em garrafinhas e levamos numa bolsa térmica. Salvou completamente nossa vida, Agnes não consumiu nenhuma caixinha durante o trajeto, yeah!

Também fizemos bolo, que foi bem bom no começo, mas logicamente não durou muito.

Além disso, levamos frutas – banana, maçã, pêra, laranja.

E biscoito de polvilho e cookies também.

Em relação a comida, tivemos o cuidado de parar sempre um pouco antes do meio dia, que é quando a comida está fresquinha e os lugares mais vazios. Funcionou bem, apesar da pequena ter comido pouco nessas horas, já que ficava mais interessada em sair correndo para explorar o lugar e esticar as pernas, rs. E preciso dizer que tivemos boas surpresas nessa parte, cada comida boa que achamos, principalmente onde a gente percebia que era negócio familiar, sabem. Muito bom, hehe…

Na(s) volta(s) não tínhamos mais tanta coisa no carro, mas sempre dava certo de achar um biscoito sem leite na estrada, suco feito na hora, ou coisa parecida.

Ah, picolé estava liberado também, porque né, viagem de carro, nordeste, sol de lascar… algum alívio precisava ter, além do ar condicionado, hahaha.

Sinceramente, foi bem mais tranquilo do que eu imaginei. Nada como viver a experiência pra saber, né.

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Arquivado em acontece comigo, alimentação, viagem, vida real

Só pensando

Mal eu disse que a nuvem de tempestade que cobria meu puerpério foi embora, finalmente, deixando as coisas mais leves e frescas, já estou aqui pensando quando o baby 2 dará as caras nesse mundo.

Hahahahahahahahaha!!!!!

Veja bem, eu nunca pensei em ter um filho só.
Mas confesso que quando a Agnes nasceu cheguei a dizer que já tava bom, já, obrigada, passar pelas chatices de novo eu dispenso. Sério, eu sou uma velha ranzinza, a quem eu quero enganar? Só que joguei essa rabugice debaixo do tapete e voltei a pensar numa família maior, eeeeee!!

Não. Não faço a mínima ideia de quando vou engravidar de novo. Como eu já comentei aqui outras vezes, não sei seguir nem o cardápio semanal, imagina plano de médio e longo prazo? Sem chance. Sei que não dá pra engravidar agora, já, hoje, 2015. Apenas porque estamos numa fase da vida que olha, vou nem comentar, crise é apelido. Quero pelo menos dar uma amenizada na coisa antes de trazer mais gente pro mundo.

Às vezes acho que minha relação com a Agnes ainda é muito simbiótica, que não dou conta de outra disposição e entrega emocional assim. Tô confiando nas amigas que já passaram por isso e disseram que tudo vai se ajeitando. Sei que amor tem de sobra pra todo mundo, mas essa coisa de estar disponível 100% nos primeiros meses já vai ser diferente, né. Penso em como lidar com essas novas demandas etc e tal. São questões. Nada que o tempo e mais algum amadurecimento (meu e da pequena) não resolvam. assim espero

Porém, nada disso não me impede de pensar, né não?
No parto domiciliar que eu quero. Nas quiança brincando junto. Eu e a Agnes pintando a barriga (oiin!). Roupinhas pequetitas. A gente sendo uma família de 4 integrantes. Só lindezas ❤

A dúvida da diferença das idades já desencanei de responder, apenas porque descobri que não existe resposta ideal mesmo. Sempre haverá prós e contras, de todos os lados. Eu só não queria que tivesse acontecido de engravidar antes dela fazer 1 ano, por toda bagagem emocional mesmo, como acabei de dizer, e como não aconteceu, tudo bem. Se fosse para escolher realmente, talvez eu escolhesse quando ela já tivesse desfraldado e desmamado, bem aquela coisa de “deixar de ser bebê”, mas nunca cheguei a fechar como uma certeza aqui dentro. Só pensando.

Esse texto é todo um pensamento geral, na realidade.
Não existe data, não existe plano, sequer existe tentativas. Apenas uma nova ideia para matutar. Coisa que adoro fazer, inclusive. O baby 2 sabe bem a hora de vir, eles sempre sabem. A nós cabe apenas ouvir, e deixar vir.

Beijo especial para minha querida Romana Naruna, que está grávida do bebe2 e escreveu um texto que me emocionou muito. Vida longa e farta a vocês, amiga. Que bom que, diante de tanta coisa que desaba, vocês escolheram construir e ser amor. 

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Arquivado em acontece comigo, ajustando a vida, estive pensando

Para 2015: leveza

Ok. Este deveria ser o primeiro post do ano, aquele que a gente escreve no calor do momento, logo após a virada, quando os planos e os sonhos estão a todo vapor, não é mesmo? Mas como eu sou meio ~tortinha~ mesmo, só vim agora.

2014 foi um ano fortíssimo, como eu já mencionei aqui. E teve mais acontecimentos do que eu escrevi, claro, mas me abstive em comentar apenas alguns. Em particular, o fim da gravidez, o parto e o pós parto imediato foram muito intensos pra mim. Falando claramente: não foi fichinha, não. Tem toda a poesia do momento, eu realmente adorei passar por tudo, mas se tem uma coisa que não foi, foi fácil. Talvez ainda falte digerir algumas coisas, mas deixe que tudo aconteça no seu tempo, não tô mais olhando só pra isso. E sem contar os mil e um probleminhas e problemões que teve na família. Enfim. Não foi fácil.

Então, diante de tudo, eu resolvi, ainda no passado, ainda quando eu estava dentro do furacão, que eu queria ser uma pessoa mais leve. Levar a vida de uma forma mais branda, talvez, ainda não sei bem que palavra usar. Ou tentar, pelo menos. Decidi isso por mim, mas também pela Agnes. Por mim, que mereço uma vida “menos dramática”, curtindo o presente, sabendo respirar. Pela Agnes, que merece uma mãe mais calma, inteira, plena. Leve.

Sem contar que a palavra leveza soa muito bem aos meus ouvidos. Apesar de que o dicionário descreve leveza também como “ligeireza”, “levianidade”, pra mim, o que conta, e que descreve melhor o que estou buscando, é o “qualidade do que é leve”, “pouco peso”. Pouco peso… isso é ótimo! Apenas o que importa, apenas o que é fundamental.

Creio que não será a mais fácil das tarefas. Mas tudo bem também, não era isso que eu esperava. Não é uma coisa que eu já tenha incorporada e que estarei usufruindo a partir de hoje. É busca. É me lembrar, quando a cabeça estiver pesada de tantos pensamentos, “opa! peraí, não foi isso que a gente combinou, agora vamos por outro caminho, lembra?”. Tampouco espero que, lá no dia 31 de dezembro, quando a gente faz aquele balanço do que foi e do que ficou, eu declare: pronto, cumpri minha meta, consegui ser uma pessoa leve. Não é bem assim que estou imaginando. Penso que seria uma coisa pra vida mesmo, não pra esse ano, só. Até porque eu ainda nem sei direito como é que se fica leve assim, de um ano pro outro. Vai ser um processo, né. Um exercício mesmo. Um passo de cada vez. Ah, um passo de cada vez acho que me soa mais familiar, acho que vou começar por aí, então…

E você, qual a sua escolha para este ano? Vamos juntas? o//

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Arquivado em acontece comigo, autoconhecimento, leveza